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Brasil

Haddad: há "fantasminhas" fazendo a cabeça das pessoas contra economia

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad defendeu os rumos econômicos do governo Lula na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara

22/05/2024 11:58, atualizado 22/05/2024 14:39
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Foto colorida do ministro da Fazenda, Fernando Haddad - Metrópoles

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (22/5) que os principais índices de inflação e desemprego do Brasil estão positivos e defendeu que a economia está no caminho certo. Segundo o ministro, há “fantasminhas” colocando as pessoas contra a gestão petista.

“O que está acontecendo? A impressão que dá é que tem um ‘fantasminha’ fazendo a cabeça das pessoas e prejudicando o nosso plano de desenvolvimento”, disse na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, onde presta esclarecimentos sobre o seu comando da Fazenda.

Haddad relembrou que, recentemente, três agências de risco internacionais melhoraram a avaliação sobre a economia brasileira. E citou outros índices para comprovar sua ideia de crescimento.

“Eu olho para o IPCA-15, para o IPCA, para os núcleos [de inflação], para o desemprego, para o Caged, para o IBGE, para as notas de crédito de três agências internacionais [S&P, Moody’s e Fitch Rating]”, declarou o ministro.

Haddad fala em ruídos

O chefe da economia brasileira afirmou que os “ruídos” fazem mal, mas vão desaparecer porque foram “patrocinados”.

“Esse ruído não está fazendo bem para a economia brasileira e não tem amparo. Porque estamos com baixa inflação, rendimento do trabalho subiu no ano passado em não gerou inflação”, argumentou o ministro.

Haddad também disse que haviam declarações de que as expectativas do governo petista eram consideradas “exageradas”, mas que a economia está crescendo como havia sido previsto.

“As nossas expectativas eram consideradas exageradas até outro dia. ‘Ah, não vai acontecer o que a Fazenda está falando’: por enquanto, está acontecendo. Tanto do ponto de vista de crescimento, inflação, geração de emprego, fiscal. Está acontecendo o que entendíamos que ia acontecer”, afirmou.

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