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Brasil

Haddad diz esperar que taxa básica de juros, a Selic, feche 2023 em 12%

Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne em 1º e 2/8 para definir patamar da taxa básica de juros, a Selic

26/07/2023 16:04, atualizado 26/07/2023 18:49
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Breno Esaki/Metrópoles
Ministro Fernando Haddad é entrevistado no estúdio Metrópoles

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou, nesta quarta-feira (26/7), em entrevista ao Metrópoles, esperar que a taxa básica de juros, a Selic, termine o ano de 2023 a 12%, em linha com as expectativas do mercado, segundo o último Relatório Focus.

Haddad foi questionado se a Selic pode encerrar o ano abaixo de dois dígitos. “Dificilmente, porque nós estamos iniciando o ciclo de corte no segundo semestre. Espero, no mínimo, em linha (com o mercado). Isso é mérito de todo mundo.”

Ele afirmou, ainda, que se o Comitê de Política Monetária (Copom) mantiver a taxa a 13,75% ao ano “vai surpreender o mundo, não só o Brasil”.

Sobre a reunião do grupo, que será realizada na próxima semana, Haddad evitou citar previsão de corte, mas disse que o mercado precifica uma queda de 0,5 ponto percentual (p.p.).

Segundo ele, o espaço para queda da taxa de juros vai ajudar a política fiscal. “Uma coisa vai alimentar a outra positivamente. Nós fizemos uma parte da lição de casa. Estamos apresentando para o país um plano consistente”, frisou ele.

Assista:

Sobre a permanência de Roberto Campos Neto como presidente do BC até o fim do mandato, Haddad diz ser “questão de foro íntimo”.

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Ministro Fernando Haddad em entrevista ao Metrópoles
Fernando Haddad é ministro da Fazenda
Ministro Fernando Haddad, da Fazenda
Fernando Haddad é ministro da Fazenda do Governo Lula
Fernando Haddad: ministro da Fazenda
Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda
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Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda

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Ministro Fernando Haddad em entrevista ao Metrópoles
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Ministro Fernando Haddad em entrevista ao Metrópoles

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Fernando Haddad: ministro da Fazenda
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Fernando Haddad: ministro da Fazenda

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Questionado se a chegada dos primeiros nomes indicados pelo presidente Lula (PT) à autoridade monetária pode mexer em alguma coisa, Haddad respondeu:

“O objetivo da Fazenda ao indicar os nomes não é formar bancada. Lá não tem que ter oposição e situação (…) Não foi uma indicação no sentido de formar bancada, foi no sentido de aproximar mais.”

A reunião do Copom de agosto será a primeira com as presenças dos dois primeiros nomes indicados por Lula em seu terceiro mandato: Gabriel Galípolo e Ailton de Aquino.

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