Guerras com armas de bolinhas de gel causam lesões oculares no Recife
As guerras, que têm tomado as comunidades, preocupam autoridades, e estão relacionadas ao aumento de lesões oculares no Grande Recife
atualizado
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Vitor, de 16 anos, é o ‘cabeça’ das guerras de bolinhas de gel em sua comunidade. É com ele que outros líderes do Grande Recife, Pernambuco, combinam de se encontrar pelas redes sociais, tarde da noite, em quadras, praças e na rua, para travar uma batalha entre bairros. Quando ele conversou com a equipe do Diario de Pernambuco, às 18h, de uma quinta-feira, a próxima brincadeira tinha horário, local e participantes confirmados.
As guerras, que têm tomado as comunidades, preocupam autoridades, e estão relacionadas ao aumento de lesões oculares no Grande Recife. Quem participa, no entanto, não enxerga a prática como algo ruim. “É por diversão, não queremos fazer mal a ninguém. Temos de seguir regras em nosso grupo”, afirmou Vitor.
Leia a reportagem completa no Diario de Pernambuco, parceiro do Metrópoles.
