Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses

Ministério da Saúde recomenda dose de reforço para pessoas com mais de 60 anos devido ao elevado risco de complicações e óbitos por Covid

16/11/2021 09:10, atualizado 16/11/2021 10:07
Hugo Barreto/Metrópoles
Enfermeira colocando vacinas em seringa

O Ministério da Saúde vai reduzir de seis para cinco meses o intervalo da aplicação da dose de reforço da vacina contra o novo coronavírus. A informação foi confirmada ao Metrópoles por integrantes da pasta.

Desse modo, a dose de reforço deverá ser administrada cinco meses após a última dose do esquema vacinal, independentemente do imunizante aplicado.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters
Logo, a contagem se inicia após a aplicação da segunda dose da Pfizer, da Coronavac ou da AstraZeneca. Já no caso da Janssen, a dose de reforço deverá ser administrada cinco meses após a primeira e única injeção do imunizante.

No fim de setembro, o Ministério da Saúde anunciou a dose de reforço para pessoas acima de 60 anos devido ao elevado risco de complicações e óbitos pela doença.

Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - destaque galeria
3 imagens
Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - imagem 2
Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - imagem 3
Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - imagem 1
1 de 3

Aline Massuca / Metrópoles
Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - imagem 2
2 de 3

Aline Massuca / Metrópoles
Governo vai reduzir intervalo da dose de reforço de 6 para 5 meses - imagem 3
3 de 3

Aline Massuca / Metrópoles

Também é recomendada dose adicional a pessoas com alto grau de imunossupressão, profissionais de saúde e integrantes do grupo de risco.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

A decisão considerou, segundo a pasta informou à época, o aumento da resposta imune do organismo depois da aplicação de uma nova dose, principalmente na população mais vulnerável aos sintomas graves da doença.