Goiânia: homem é morto ao tentar roubar carro de PM no semáforo; vídeo
Imagens de câmera de segurança mostram quando PM é abordado enquanto estava parado no semáforo. Um assaltante foi morto e outro preso

Goiânia – Um homem de 27 anos foi morto a tiros, na tarde de quinta-feira (31/3), ao tentar roubar o carro de um policial militar de folga no trânsito da capital goiana. Vídeo de câmera de segurança mostra o momento em que o PM estava parado em um semáforo, foi abordado por uma dupla de moto e atirou contra os criminosos. Um foi atingido e morreu. Outro fugiu, mas foi localizado e preso.
Veja vídeo abaixo:
https://youtu.be/0he2m6L0VuM
O homem morto foi identificado pelo nome de Juan Carlos de Oliveira, de acordo superintendente adjunto da Polícia Técnico Científica de Goiás, Ricardo Matos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA tentativa de roubo ocorreu na Avenida Consolação, no Setor Cidade Jardim, região sudoeste de Goiânia. A gravação mostra o momento em que os criminosos pararam de moto do lado direito do veículo e o observaram, rapidamente, enquanto o sinal estava vermelho.

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Depois, conforme o vídeo, os bandidos passaram pela frente do veículo e pararam na calçada. Logo em seguida, o criminoso que estava na garupa desceu e abordou o PM com uma arma nas mãos, dando voz de assalto. Dois motociclistas que estavam parados na frente do veículo saem depressa, possivelmente para não serem atingidos.
Assim que foi abordado, o PM reagiu e, de dentro do carro, disparou tiros. Logo em seguida, é possível ver que um dos homens caiu ao chão, e o outro consegue fugiu na moto.
Fuga de moto
Após os disparos, o Corpo de Bombeiros chegou a ser chamado, mas, ao chegar ao local, o homem já estava morto. Já o outro suspeito, que foi baleado por três vezes, conseguiu fugir de moto.
Ainda de acordo com a Polícia Militar, o detido tem passagem pelos crimes de posse de drogas para consumo e lesão corporal.
O Metrópoles não encontrou contato de familiares de Juan Carlos e da defesa do homem que foi preso, até o momento em que este texto foi publicado, mas o espaço segue aberto para manifestações.



