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Brasil

GO: piloto que transportava mais de 300 kg de cocaína em avião é preso

Segundo a polícia, o piloto estava escondido em uma região de mata, a cerca de 5 km do local do pouso do avião, em Itarumã (GO)

16/07/2026 11:08
Divulgação/PM
imagem colorida piloto avião cocaina goias

Goiânia – O piloto que estava sendo procurado após fazer um pouso forçado com um avião carregado de cocaína, na zona rural de Itarumã, no sudoeste de Goiás, foi preso na madrugada desta quinta-feira (16/7). Henrique Donizete, de 32 anos, foi localizado a cerca de 5 quilômetros do local do pouso, enquanto ele aguardava a família para fugir.

Além dele, três pessoas foram presas. Segundo a Polícia Militar, os demais presos são o pai, a esposa e um amigo do piloto. Eles vieram de Ribeirão Preto (SP) para realizar o resgate. O veículo em que estavam caiu em um dos bloqueios montados na região por uma equipe do Comando de Operações de Divisas (COD).


Pouso forçado

  • O avião que transportava mais de 300 kg de cocaína realizou um pouso forçado em uma fazenda em Itarumã, no sudoeste goiano, na manhã dessa quarta-feira (15/7). A apreensão da droga foi feita na mata onde houve o incidente pelo Batalhão Rural da Polícia Miliitar.
  • De acordo com a corporação, um caseiro acionou o batalhão para atender a uma ocorrência de incêndio, que foi provocado após a aeronave realizar o pouso forçado.
  • Ainda conforme divulgado pelo Batalhão Rural, havia cerca de 300 kg de cocaína, e a carga de entorpecentes estava bem escondida na mata.
  • Segundo a Polícia Militar, o pouso foi feito depois de o monomotor apresentar uma falha mecânica. Depois o piloto fugiu.

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Incêndio

Antes de fugir, o piloto escondeu os 325 kg de cocaína na mata, em sacolas. Em seguida, o monomotor pegou fogo. A polícia suspeita que o incêndio tenha sido provocado por ele, para destruir provas. Ao chegar ao local, os policiais encontraram um galão de combustível jogado no chão, que aparece em um vídeo feito pelos militares.

Ainda segundo a Polícia Militar, o piloto fez o carregamento da cocaína em Mato Grosso, próximo da fronteira com a Bolívia, e a estava levando para Minas Gerais. Ele receberia R$ 70 mil pelo transporte.

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