Gleisi reage a atos bolsonaristas deste domingo (1º/3)
Ministra de Relações Institucionais rebateu críticas feitas contra o presidente Lula durante as manifestações bolsonaristas

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), criticou os atos promovidos por lideranças bolsonaristas neste domingo (1º/3). As manifestações ocorreram em diversas cidades brasileiras.
Em uma publicação no X, a titular da articulação do governo criticou os ataques feitos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o evento na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).
“Fantasiados de brasileiros, país que entregaram a Trump no tarifaço pra salvar o pai, bolsonaristas vão à Paulista emular besteiras, mentir que é a arma deles, para atacar Lula. Perderam a eleição e tentaram um golpe”, escreveu a ministra.
Gleisi acusou o senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de estar envolvido em “negócios escusos” relacionados ao Banco Master. Em discurso na Paulista, o político citou escândalos de corrupção nos governos petistas.

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Ver todas“Deste embate não temos medo, já colocamos uma vez vocês no devido lugar, seus lesa pátrias”, disse Gleisi.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA ministra afirmou ainda que “o povo brasileiro não vai permitir que voltem! Há mais de 3 anos, o Brasil acordou do pesadelo em que Bolsonaro tinha mergulhado o país, que custou centenas de milhares de vítimas na pandemia e suas políticas de destruição da economia e dos programas sociais. O Brasil está bem acordado!”.
A manifestação na Avenida Paulista contou com a participação de lideranças de direita, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o pastor Silas Malafaia.
Em discurso, Flávio fez duros ataques ao presidente Lula, citando escândalos de corrupção nos governos do PT, como mensalão, petrolão, a farra do INSS, e as suspeitas sobre o filho mais velho do petista. Por outro lado, ele poupou os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, principais alvos dos bolsonaristas que foram à manifestação.
Também foram registrados protestos nas seguintes unidades da federação: Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Bernardo do Campo (SP) e Ribeirão Preto (SP).



