Gaviões da Fiel afasta por três anos diretor que agrediu ex-mulher

Torcida organizada anunciou a decisão do conselho deliberativo sobre diretor de bateria, que agrediu ex-esposa no fim de agosto

atualizado 15/09/2021 11:22

Claudimir Antonio Teixeira, diretor de bateria da escola de samba Gaviões da FielReprodução

São Paulo – A Gaviões da Fiel anunciou nesta quarta-feira (15/9) que o conselho deliberativo decidiu suspender e afastar por três anos Claudimir Antonio Teixeira, diretor de bateria da escola de samba. Segundo comunicado, a medida foi tomada como punição por ele agredir sua ex-esposa e mãe de seus dois filhos, Mayara Calderone.

“A Gaviões da Fiel vem a público informar que jamais irá aceitar e/ou compactuar com violência contra a mulher. A violência contra a mulher não pode ser tolerada e vamos seguir juntos nessa luta, que não é só da mulher, mas sim de toda a sociedade. Esperamos que judicialmente se resolva“, diz parte da nota.

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Pela decisão, Claudimir não poderá ocupar nenhum cargo, posição ou qualquer vínculo com a entidade durante o período de três anos. A escola de samba já havia afastado o diretor temporariamente no dia 9/9, quando o vídeo da agressão foi divulgado.

O Metrópoles procurou Claudimir para comentar o afastamento, mas até o momento ele não respondeu.

Agressão na frente dos filhos

A empresária Mayara Duarte Calderone acusa o ex-marido, Claudimir Antonio Teixeira, diretor de bateria da escola de samba Gaviões da Fiel, de agressão. O homem foi flagrado batendo na ex-mulher no dia 29 de agosto, em frente ao prédio onde a empreendedora reside com os dois filhos dos casal, em Osasco, na Grande São Paulo.

A briga aconteceu logo após as crianças serem entregues à Mayara. Os filhos haviam passado o fim de semana com o pai. No flagra feito pelos vizinhos, através de vídeo, o diretor de bateria aparece agredindo a ex-esposa.

Em um determinado momento, a atual mulher dele também participa das agressões contra a empreendedora. Mayara registrou boletim de ocorrência no 8º Distrito Policial de Osasco e denunciou o caso nas redes sociais.

Confira a nota na íntegra:

 

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