Galípolo: “Receio que BC seja asfixiado, porque não entra em jogo político”

Gabriel Galípolo defende resistir a pressões em meio a questionamentos sobre o Master e a votação da PEC sobre a autonomia do BC

atualizado

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Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo
1 de 1 Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse, nesta terça-feira (19/5), que teme que a autarquia seja “asfixiada”, porque “não entra em jogo político”. A fala ocorreu durante audiência pública realizada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Aos questionamentos dos senadores, em especial do presidente do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre a atuação do BC no caso do Banco Master, Galípolo defendeu que o Banco Central deve “resistir a pressões” externas e vieses políticos.

“O Banco Central é uma instituição que não vai botar para jogo o seu mandato. O meu receio é que o fato de o Banco Central não negociar o seu mandato o faça ser asfixiado, porque não entra em jogo político. Ou, quiçá, um dia, possa ser presidido por alguém que tope”, afirmou.

A declaração se deu em razão de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da autonomia do BC.

O texto transforma a instituição em uma empresa pública de natureza especial, com independência administrativa, financeira e orçamentária, além da autonomia operacional garantida por lei desde 2021.

Galípolo é um firme defensor da proposta e chegou a defender a autonomia da autarquia na comissão.

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Gabriel Galípolo, Presidente do Banco Central
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participar da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal
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Gabriel Galípolo, participar da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo e Senador Renan Calheiros, participam da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo e Senador Renan Calheiros, participam da reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no senado federal

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Mais cedo, disse que o BC sofre defasagem orçamentária, o que afeta a capacidade de fiscalização do sistema financeiro. O economista citou que a autarquia foi alvo de um ataque reputacional pela atuação no processo de liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

“Vou ser talvez mais franco do que eu devia: o que vai começar a acontecer é que o Banco Central, ciente de que o cobertor é curto, a gente vai ter de escolher o que a gente cobre e (o que) a gente não cobre. A gente vai ter de começar a fazer uma gestão de risco, dizendo assim. Não há pessoal para tudo”, enfatizou.

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