Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Fumaça que cobre o Brasil é registrada por satélite da Nasa; veja

Ondas de incêndios criaram uma trilha de fumaça sobre o país nas últimas semanas. Confira as imagens capturadas pelo satélite DSCOVR

16/09/2024 12:21, atualizado 16/09/2024 13:51
DSCVR/Nasa
Planeta terra

O Brasil continua a ser atingido por uma densa nuvem de fumaça, resultante de uma série de incêndios, que também afetou outros países da América do Sul. A extensão do fenômeno pode ser vista do espaço, a mais de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, por meio do satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) da Nasa.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

As imagens mostram a fumaça acumulada no noroeste do país, formando uma coluna que desce até o litoral de São Paulo e se estende pelo oceano Atlântico. As informações são do O Globo.

Confira:

Fumaça que cobre o Brasil é registrada por satélite da Nasa; veja - destaque galeria
3 imagens
Brasil com fumaça
Micropartículas de plástico podem estar mudando o clima da Terra
Imagens capturadas pelo satélita
1 de 3

Imagens capturadas pelo satélita

DSCVR/Nasa
Brasil com fumaça
2 de 3

Brasil com fumaça

DSCVR/Nasa
Micropartículas de plástico podem estar mudando o clima da Terra
3 de 3

Micropartículas de plástico podem estar mudando o clima da Terra

DSCVR/Nasa

O satélite DSCOVR está posicionado no ponto de Lagrange 1 (L1), a mais de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, entre o nosso planeta e o Sol.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

As queimadas intensas afetam cidades do norte e do sul, agravando a onda de calor da semana. A Amazônia sofre com os incêndios e a fumaça também atinge o Sul e o Sudeste. No último fim de semana, foram registrados 7.028 focos de calor no país, de acordo com o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O DSCOVR é equipado com diversos instrumentos, como o Magnetômetro (MAG) e o Plasma Wave Instrument (PWI), capazes de medir o campo magnético e as partículas carregadas no vento solar.

Os dados coletados pelo satélite ajudam a prever tempestades solares e eventos espaciais que podem afetar comunicações e sistemas de navegação na Terra, além de monitorar mudanças climáticas e o crescimento da vegetação.