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Brasil

Frentes parlamentares enumeram pontos de atenção na reforma tributária

Grupo de trabalho (GT) responsável por analisar regulamentação da reforma tributária apresentou relatório na quinta

05/07/2024 14:23, atualizado 05/07/2024 14:36
Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
imagem colorida mostra deputados relatório regulamentação reforma tributária - Metrópoles

A coalizão de frentes parlamentares do Congresso Nacional divulgou um manifesto sobre o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 68/2024, que regulamenta a reforma tributária. O relatório sobre o texto foi divulgado na quinta-feira (4/7) pelo grupo de trabalho (GT) que analisa o material encaminhado pela equipe econômica do governo federal.

A nota enumera dez pontos vistos como essenciais para os congressistas. São eles:

  • Autoaplicabilidade da Norma;
  • Incidência sobre o fornecimento não oneroso ou a valor inferior;
  • Não-cumulatividade plena;
  • Imposto Seletivo;
  • Crédito tributário;
  • Definição de fato gerador;
  • Split payment;
  • Valor de referência em operações imobiliárias;
  • Cesta básica; e
  • Defesa do meio ambiente.

“Solicitamos, portanto, que as sugestões mencionadas sejam cuidadosamente consideradas, pois acreditamos firmemente que a implementação dessas medidas contribuirá significativamente para a adoção de um sistema tributário mais equitativo, institucionalizando uma nova abertura e diálogo com o setor produtivo nacional por meio da Coalizão de Frente Produtivas aqui disposta”, reforça o pronunciamento.

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O GT responsável por analisar o Projeto de Lei Complementar nº 68/2024, que regulamenta a reforma tributária, apresentou na quinta-feira (4/7) o relatório sobre o texto.

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Entre os principais pontos está a inclusão de itens no chamado “imposto do pecado”, tributo que incidirá sobre bebidas alcoólicas, jogos de azar e veículos elétricos. Os deputados também propuseram os itens que devem fazer parte da cesta básica isenta de impostos – e deixaram de fora as carnes.

A reforma tributária também prevê a devolução de parte do imposto pago, o famoso cashback. A medida irá beneficiar, em especial, famílias com renda familiar mensal per capita de até meio salário-mínimo.