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Brasil

Forro de teto do Aeroporto Salgado Filho desaba em Porto Alegre

De acordo com nota da Fraport, o desabamento foi causado pelo rompimento de uma tubulação no terceiro piso do aeroporto

02/07/2026 14:06, atualizado 02/07/2026 14:22
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Reprodução X
Forro de teto do Aeroporto Salgado Filho desaba em Porto Alegre

Parte do forro do teto do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, desabou, na manhã desta quinta-feira (2/7). O incidente provocou alagamentos e isolamento de algumas áreas do aeroporto, mas não houve registros de ferimentos e nem de alteração na operação dos voos.

Em nota, a Fraport, administradora do aeroporto de Porto Alegre, informou que o desabamento foi causado pelo rompimento de uma tubulação no terceiro piso do prédio. Segundo eles, o problema já foi identificado e as equipes estão atuando na contenção do incidente e recuperação.

“Por segurança, a energia elétrica foi desligada e algumas áreas foram isoladas. Os acessos para check in e área de embarque estão sendo ajustados a medida que as áreas estão sendo liberadas Funcionários estão orientando os passageiros em caso de dúvidas. Nenhum voo foi afetado em razão do incidente”, diz a nota.

Chuvas em Porto Alegre

A Defesa Civil de Porto Alegre emitiu, na quarta-feira (1º/7), um aviso hidrológico preventivo para acompanhar a “possível elevação gradual do nível do Lago Guaíba”.

O órgão monitora a situação, pois a água de chuva que atingiu as regiões norte e noroeste do Rio Grande do Sul podem chegar à capital. O alerta é válido até domingo (5/7).

Em nota, a defesa destaca que, até o momento, não há indicativo de inundação, mas é necessário o monitoramento contínuo.

“Segundo o Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cemadec), mesmo com a redução da chuva em Porto Alegre, o nível do Guaíba deverá apresentar elevação gradual nos próximos dias. Isso ocorre porque a água das chuvas já registradas, somada às precipitações ainda previstas nas cabeceiras dos rios Jacuí e Taquari-Antas, continuará chegando ao sistema do lago”, diz a nota.

A atenção está voltada, principalmente, para as regiões ribeirinhas das ilhas, da zona sul e do extremo-sul, que podem ser as primeiras a sentirem os reflexos da elevação dos níveis. Em caso de emergência, o órgão reforça a orientação de ligar para o telefone 190.