Forro de teto do Aeroporto Salgado Filho rompe em Porto Alegre
De acordo com nota da Fraport, uma tubulação no terceiro piso do aeroporto foi rompida

Parte do forro do teto do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, rompeu, na manhã desta quinta-feira (2/7). O incidente provocou alagamentos e isolamento de algumas áreas do aeroporto, mas não houve registros de ferimentos e nem de alteração na operação dos voos.
Em nota, a Fraport, administradora do aeroporto de Porto Alegre, informou que ocorreu o rompimento de uma tubulação no terceiro piso do prédio. Segundo eles, o problema já foi identificado e as equipes estão atuando na contenção do incidente e recuperação.
A Fraport informou ter desmontado parte do forro para evitar desabamentos e esclareceu que o episódio não tem qualquer relação com as chuvas recentes que atingem a capital gaúcha.
“Por segurança, a energia elétrica foi desligada e algumas áreas foram isoladas. Os acessos para check in e área de embarque estão sendo ajustados a medida que as áreas estão sendo liberadas Funcionários estão orientando os passageiros em caso de dúvidas. Nenhum voo foi afetado em razão do incidente”, diz a nota.
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A Defesa Civil de Porto Alegre emitiu, na quarta-feira (1º/7), um aviso hidrológico preventivo para acompanhar a “possível elevação gradual do nível do Lago Guaíba”.
O órgão monitora a situação, pois a água de chuva que atingiu as regiões norte e noroeste do Rio Grande do Sul podem chegar à capital. O alerta é válido até domingo (5/7).
Em nota, a defesa destaca que, até o momento, não há indicativo de inundação, mas é necessário o monitoramento contínuo.
“Segundo o Centro de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cemadec), mesmo com a redução da chuva em Porto Alegre, o nível do Guaíba deverá apresentar elevação gradual nos próximos dias. Isso ocorre porque a água das chuvas já registradas, somada às precipitações ainda previstas nas cabeceiras dos rios Jacuí e Taquari-Antas, continuará chegando ao sistema do lago”, diz a nota.
A atenção está voltada, principalmente, para as regiões ribeirinhas das ilhas, da zona sul e do extremo-sul, que podem ser as primeiras a sentirem os reflexos da elevação dos níveis. Em caso de emergência, o órgão reforça a orientação de ligar para o telefone 190.



