Extremista que invadiu Câmara em 2016 repetiu feito nesse domingo

Marcelo Soares Correa, conhecido como cabo Correa, participou da invasão à Câmara dos Deputados em 2016 e dos atos de domingo (8/1)

atualizado

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rosto de homem falando
1 de 1 rosto de homem falando - Foto: Reprodução

Pelo menos um dos extremistas que invadiu prédios públicos nesse domingo (8/1), em Brasília, é reincidente quando o assunto é vandalismo. Já conhecido nas redes bolsonaristas, Marcelo Soares Correa, o cabo Correa, invadiu, em novembro de 2016, a Câmara dos Deputados. Sete anos depois, filmou a invasão aos prédios dos Três Poderes.

Pelas redes sociais, Correa chegou a registrar a caminhada dos vândalos do quartel-general do Exército até a Câmara dos Deputados. No vídeo, que não está mais disponível no perfil do bolsonarista, ele relembrou o passado: “Dessa vez não foi 56, não. Foi um milhão”, afirmou, se referindo ao número de manifestantes de 2016.

À época, os radicais entraram no Plenário da Câmara dos Deputados no momento em que os deputados discursavam à espera de quórum para o início da Ordem do Dia de uma sessão extraordinária. O então deputado Waldir Maranhão, 1º vice-presidente da Câmara, suspendeu os trabalhos e pediu à polícia legislativa que ajudasse na remoção dos manifestantes.

Nesse domingo, segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, 300 pessoas foram presas em flagrante acusadas de atos terroristas. Nesta segunda, mais 1,2 mil pessoas foram presas.

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Bolsonaristas retirados em ônibus, na manhã de segunda-feira (9/1)
PMs e militares do Exército Brasileiro acompanharam ações
Mais de 50 ônibus transportaram bolsonaristas de acampamento para unidades policiais
Acampamento tinha cerca de 3 mil bolsonaristas
Desmobilização ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF
Veículos levaram bolsonaristas para a Polícia Federal, mas também passaram pela sede da PCDF
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Veículos levaram bolsonaristas para a Polícia Federal, mas também passaram pela sede da PCDF

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Bolsonaristas retirados em ônibus, na manhã de segunda-feira (9/1)
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PMs e militares do Exército Brasileiro acompanharam ações
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Mais de 50 ônibus transportaram bolsonaristas de acampamento para unidades policiais
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Acampamento tinha cerca de 3 mil bolsonaristas
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Desmobilização ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF
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Investigações revelaram que grupos acampados tinham relação com atos terroristas cometidos em Brasília
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