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Brasil

Executivo é preso suspeito de aliciar crianças para sexo em Goiás

Polícia Civil prendeu empresário em condomínio de luxo. Investigação aponta que ele instigou homem a estuprar irmão de 10 anos em Goiânia

12/01/2022 12:04
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Reprodução: Polícia Civil de Goiás
Polícia civil apreende material pornográfico na casa de empresário em Goiânia, Goiás

Goiânia – A Polícia Civil de Goiás prendeu, na terça-feira (11/1), um empresário de 37 anos, em um condomínio de luxo, na capital goiana, por suspeita de comprar pacotes com pornografia infantil e aliciar crianças e adolescentes para fazer sexo.

Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da empresa e na casa do empresário, onde estava uma filha de 2 anos. O nome dele não foi divulgado pela equipe de investigação. Ele é executivo sócio de um grande grupo econômico que atua em todo o país.

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Polícia civil apreende material pornográfico na casa de empresário em Goiânia, Goiás
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Policiais civis apreendem material pornográfico infantil em casa de empresário de Goiânia, Goiás
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
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Estupro de menino

A polícia informou que o empresário aliciou uma segunda pessoa para fornecer pacotes com vídeos e fotos de pornografia infantil, que, conforme a investigação, eram pagos por transferências via PIX e recarga de celular.

O segundo suspeito, de acordo com a polícia, é também investigado por estuprar o irmão dele, de 10, a pedido do empresário. O executivo, conformado apurado, instigava a prática do crime e determinava que seu subalterno marcasse encontros com crianças e adolescentes.

Encontros

Os encontros para práticas sexuais com crianças e adolescentes estão sendo investigado, mas, de acordo com a polícia, ainda não há provas de que eles teriam sido realizados, pessoalmente. Há indícios de que houve apenas troca de mensagens em celular.

A operação foi realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), para combate a crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

O Metrópoles não encontrou contato da defesa do empresário, já que o nome dele não foi divulgado, mas o espaço segue aberto para manifestações.

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