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Ex-presidente da Câmara de Nilópolis é executado a tiros no Rio

Ex-presidente da Câmara de Nilópolis, Jorge Henrique da Costa Nunes, o Dedinho, foi baleado em frente de casa. A polícia investiga o caso

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1 de 1 Ex-presidente da Câmara de Nilópolis é executado a tiros no Rio - Metrópoles - Foto: Divulgação

O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Nilópolis (RJ) Jorge Henrique da Costa Nunes, conhecido como Dedinho, foi executado a tiros na tarde desta sexta-feira (23/5) na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

O crime ocorreu em frente à casa onde ele morava. Segundo a Prefeitura de Nilópolis, Jorge foi levado ao Hospital Municipal Juscelino Kubitschek, mas já chegou ao local sem vida.

De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, um carro passou pela rua e ocupantes efetuaram disparos em direção a Dedinho. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso. Até o momento, não há suspeitos identificados ou detalhes confirmados sobre a motivação do crime.

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Jorge Henrique da Costa Nunes, o "Dedinho"
Jorge Henrique da Costa Nunes, o "Dedinho"
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Jorge Henrique da Costa Nunes, o "Dedinho"

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Jorge Henrique da Costa Nunes, o "Dedinho"
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Prisão por tentativa de homicídio

Dedinho foi eleito vereador pela primeira vez em 2016. Durante o mandato, exerceu a presidência da Câmara Municipal de Nilópolis. Seu período no legislativo se encerrou em 2020. Na eleição seguinte, teve a candidatura indeferida e não participou da disputa eleitoral.

Em 2019, quando ainda presidia a Câmara, Dedinho foi preso sob acusação de envolvimento em uma tentativa de homicídio contra um adversário político, o vereador e policial civil Roberto de Barros Batista, conhecido como Betinho.

A investigação da época apontou que ele teria encomendado o assassinato por R$ 200 mil. O delegado responsável pelo caso, Moisés Santana, afirmou que Betinho passou a incomodar Dedinho após ingressar com um mandado de segurança para contestar atos administrativos ligados à presidência da Casa.

Embora o atentado não tenha se concretizado, a polícia afirmou que o homem contratado para executá-lo, identificado como Fernando, desistiu e foi morto posteriormente, supostamente em represália pelo grupo ligado a Dedinho.

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