Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Endividamento familiar se mantém estável em junho, com índice de 49,8%

Dados sobre endividamento das famílias foram divulgados nesta sexta-feira (28/8) pelo Banco Central

28/08/2026 08:47, atualizado 28/08/2026 09:03
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Imagem colorida da Fachada do Banco Central

endividamento das famílias se manteve estável, conforme o mais recente relatório Estatísticas monetárias e de crédito, do Banco Central (BC), divulgado nesta sexta-feira (28/8). O documento aponta que, em junho, o índice ficou estável na comparação com maio; com isso, a taxa teve a marca de 49,8%. Em 12 meses, houve elevação de 1 ponto percentual (p.p).

A estabilidade no índice ocorre mesmo após o lançamento do programa Novo Desenrola Brasil, o Desenrola 2.0, do início de maio. A iniciativa tem o intuito de facilitar a renegociação de dívidas e reduzir o volume de contas a pagar da população.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Os dados do Banco Central também revelam que houve aumento na parcela de famílias com a renda comprometida. O índice teve elevação de maio para junho e subiu 0,4  ponto percentual em 12 meses, alcançando 28,9%.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Os dados do relatório do BC revelam ainda que, em junho, a inadimplência referente à carteira de crédito total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) ficou em 4,9%. O resultado representa um aumento de 0,3  p.p. no mês e elevação de 0,9 p.p. em 12 meses.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

O aumento de 0,3 p.p. na inadimplência no índice geral no mês foi resultado de elevações de  0,1 p.p. nas empresas e de 0,4 p.p. nas famílias. Os respectivos índices foram de:

  • pessoas jurídicas: 3,3%;
  • pessoas físicas: 5,8%.

Em relação ao crédito com recursos livres, que são negociações de empréstimos e financiamentos cujas taxas são tratadas diretamente entre bancos e clientes, a taxa de inadimplência teve alta de 0,4 ponto percentual e chegou a  6,4%.

Em junho houve expansão de R$ 21,9 trilhões (164,9% do PIB) no crédito ampliado ao setor não financeiro. Conforme a autoridade monetária, o resultado foi reflexo, principalmente, de “aumentos de 0,5% em títulos públicos, 0,4% em empréstimos do SFN e 1,3% em títulos de dívida securitizados”.

Em atualização.