Em semana de julgamento de Bolsonaro, Senado terá sessões híbridas

Senadores pediram votações remotas ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que pautou PEC dos Precatórios e novos prazos de inelegibilidade

atualizado

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Senadores iniciam sessão que discute o projeto de lei nº 2.628, chamado de “ECA Digital”, que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais Metropoles adultizacao 3
1 de 1 Senadores iniciam sessão que discute o projeto de lei nº 2.628, chamado de “ECA Digital”, que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais Metropoles adultizacao 3 - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), determinou que as sessões desta semana serão semipresenciais. A decisão se deu após receber pedidos de senadores pelo formato híbrido, em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), que se inicia na terça-feira (2/9).

A Mesa determinou que as sessões do plenário, que incluem a votação da PEC dos Precatórios, do projeto que muda os prazos da inelegibilidade e o PL do Devedor Contumaz, serão semipresenciais. A determinação foi seguida pelas comissões temáticas do Senado. O Metrópoles apurou que Alcolumbre acatou pedidos de senadores, que citaram agendas nos Estados e o julgamento de Bolsonaro.

Bolsonaro e outros sete integrantes do seu governo serão julgados nesta terça por envolvimento em uma suposta trama golpista para impedir a posse do governo de Lula (PT). Eles são acusados de pelo menos seis crimes pela Procuradoria- Geral da República (PGR), incluindo organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União.

O início do julgamento de Bolsonaro deve acontecer com o presidente da Primeira Turma do STF, ministro Cristiano Zanin, abrindo a sessão que dá início ao processo contra o ex-presidente. Após a abertura, o ministro-relator da ação penal, Alexandre de Moraes, deve apresentar o “resumo do caso”. Depois da apresentação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá até duas horas para sustentar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que pede a condenação de Bolsonaro e de sete aliados.

O veredito, no entanto, não se dará logo na terça. Zanin reservou cinco sessões para o julgamento, sendo a última delas na sexta-feira (12/9).

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