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Antes do desaparecimento da radiologista Kelly Cristina Cadamuro, 22 anos, encontrada morta no Triângulo Mineiro nesta quinta-feira (02/11), a moça havia conversado por WhatsApp com seu namorado, Marcos Antônio da Silva, 28, sobre a carona que iria oferecer no percurso entre São Paulo e Minas Gerais.

O engenheiro chegou a demonstrar preocupação com a viagem. “Cuidado”, escreveu horas antes do sumiço. A última vez que Kelly entrou em contato foi quando abastecia o carro, às 19h24 de quarta (1º/11).

Marcos Antônio da Silva/Reprodução/Arquivo pessoal

Segundo Marcos Antônio, a namorada tinha costume de viajar e compartilhar caronas. Além disso, sempre postava a foto do acompanhante de viagem. Mas, desta vez, não o fez. Em contato com o namorado, Kelly disse que levaria um casal. Porém, na hora de embarcar, só um rapaz, suspeito do assassinato, apareceu.

Entre as 20h23 e as 21h10 de quarta, Marcos Antônio mandou mensagens pedindo para que a namorada desse notícias. “Mor, cadê você? Pela (sic) amor de Deus, estou te ligando. Aparece, por favor”, clamou.

Reprodução/Facebook

A radiologista, que ia visitar Marcos Antônio, desapareceu durante o trajeto de São José do Rio Preto (SP) para Itapagipe (MG), na noite de quarta-feira (1º/11) . O corpo dela foi localizado por policiais militares em um córrego entre Frutal e Itapagipe, na quinta-feira (2). A jovem estava seminua e com a cabeça mergulhada na água. Três suspeitos foram presos.

 

 

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