Em meio a investigação dos EUA, Alckmin diz que Pix é um sucesso

O vice-presidente afirmou que Brasil já foi alvo de outras investigações, e que a questão foi resolvida

atualizado

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Imagem colorida, autoridades se reúnem em Brasília para tratar sobre o tarifaço dos EUA no Brasil- Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida, autoridades se reúnem em Brasília para tratar sobre o tarifaço dos EUA no Brasil- Metrópoles - Foto: Samuel Reis/Metrópoles

Após investigação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quarta-feira (16/7) que o Pix é um sucesso. A declaração foi dada a jornalistas depois de uma reunião com a Câmara de Comércio Americana (Amcham).

Em mais um episódio de  retaliação de Trump contra Brasil, uma semana após o anuncio da taxação em 50% dos produtos brasileiros, foi anunciada uma investigação sobre práticas comerciais supostamente “desleais” do país e, entre os itens, está a modalidade de pagamento via Pix.

De acordo com o governo americano, as medidas utilizadas no comércio brasileiro são “injustificáveis, irracionais ou discriminatórias de governo estrangeiros”.

Alckmin afirmou que não é a primeira vez que uma investigação é aberta. “Questionaram desmatamento? O desmatamento está em queda, somos um exemplo, temos a maior floresta tropical do mundo, a Amazônica. Temos empenho em reduzir o desmatamento, a meta é de desmatamento ilegal zero e recompor com o Fundo Clima, fomos um dos primeiros países a ter mercado regulado de carbono, lei do Combustível do Futuro. Dia 1/8 entra em vigência o etanol a 30%, o biodiesel a 15%, o mundo não tem isso, energia elétrica 85% renovável”, disse ele.

Ele continuou e afirmou que o Pix é um sucesso e que a propriedade intelectual, que antes levava 7 anos para ser registrada, agora leva 4 e em 2026 chegará ao padrão internacional de 2 anos.

“Precisamos resolver a questão tarifária, porque não se justifica neste patamar. É um perde-perde, não pode o interesse de alguns se contrapor ao coletivo, de todos”, finalizou. Ele lembrou que decisões políticas não podem interferir em medidas tarifárias.

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