Em evento na Câmara, Gleisi canta samba-enredo que homenageia Lula. Vídeo
Ministra das Relações Institucionais e ex-presidente do PT participou de comemoração dos 46 anos da sigla na Câmara dos Deputados
atualizado
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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, entoou nesta terça-feira (10/2) trechos de um samba-enredo em homenagem no presidente Lula (PT) durante um evento de comemoração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), na Câmara dos Deputados.
Durante discurso na tribuna, Gleisi sugeriu que o público usasse o Carnaval para “se divertir” e “curtir o samba-enredo do presidente Lula”.
“É muito lindo esse samba-enredo [que homenageia Lula], conta a vida de Lula”, disse. Em seguida, cantou um trecho: ” “Quanto custa a fome? Quanto importa a vida. Nosso sobrenome é Brasil da Silva”, cantarolou.
“E é isso que a gente tem que fazer mesmo: cantar com alegria esse samba-enredo. Comemorar com alegria esse Carnaval, sem falsos mitos e sem anistia. Viva o PT!”, afirmou a ministra. No final da fala, ela foi aplaudida pelos presentes. O evento contava com membros da militância petista e congressistas.
Homenagem no carnaval
Neste ano, Lula será homenageado pela escola Acadêmicos de Niterói, que interpretará um samba-enredo narrado em primeira pessoa sobre a mãe de Lula, a Dona Lindu. A composição foi nomeada de “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
A peça, contudo, foi questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo partido Novo por suposta propaganda eleitoral antecipada. Segundo a sigla, o samba-enredo funcionaria como uma peça de pré-campanha para a reeleição do petista.
Durante o evento, a ministra também ressaltou pontos altos do governo do petista, dando ênfase à isenção do Imposto de Renda para aqueles que ganham até R$ 5 mil e a apresentação do PL Antifacção, ainda em tramitação no Congresso.
Além disso, ela também defendeu uma melhora na “qualidade de vida do povo” por meio da aprovação de projetos considerados prioritários para o Planalto e para a reeleição de Lula, como o fim da escala de trabalho 6×1.
O projeto, travado desde o ano passado, foi encaminhado nesta semana pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) — um dos primeiros passos para a tramitação do texto dentro do legislativo.
O gesto é um aceno de Motta ao petista em busca da reaproximação com o Planalto com vistas tanto às eleições gerais neste ano como na escolha do próximo presidente da Casa.
