Em apoio a Zema, Flávio Bolsonaro critica “ativismo judicial” do STF
Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro participou de abertura da Norte Show, feira agropecuária realizada em Sinop
atualizado
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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), prestou apoio ao ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) durante abertura da Norte Show, feira de agronegócio em Sinop (MT), nessa quarta-feira (23/4). Flávio prestou solidariedade a Zema após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedir a inclusão do miniro no Inquérito das Fake News.
Durante coletiva de imprensa, Flávio saiu em apoio ao ex-governador e afirmou que ele é mais uma vítima do Judiciário brasileiro.
“Bom, em primeiro lugar, minha solidariedade aqui ao Romeu Zema, que é mais uma vítima dessa militância que existe no Judiciário, esse ativismo judicial, que é muito lamentável”, afirmou.
A solicitação de Gilmar, feita por meio de notícia-crime, foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito na Suprema Corte. O pedido foi motivado por um vídeo publicado por Zema nas redes sociais. A produção, divulgada no mês passado, mostra Gilmar Mendes e Dias Toffoli representados por fantoches. O vídeo simula ainda diálogos entre os dois magistrados, que são representados pelos bonecos.
Em trecho do documento, o magistrado diz que Zema “vilipendia não apenas a honra e a imagem do Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa“.
Flávio em Mato Grosso
O senador chegou ao estado na companhia do senador Wellington Fagundes e do deputado federal José Medeiros, ambos do PL. Flávio reforçou os parlamentares como representantes legítimos do Bolsonarismo no estado.
“O nosso pré-candidato ao governo aqui em Mato Grosso é o Wellington, meu amigo senador. O nosso pré-candidato ao Senado é José Medeiros. É uma pessoa que o presidente Bolsonaro tem um grande apreço”, afirmou Flávio.
O evento também foi palco de promessas: Flávio prometeu destravar a Ferrogrão, ferrovia traçada para ligar Sinop ao Porto de Miritituba, no Pará. “Não tem nenhuma lógica uma ferrovia tão importante como a Ferrogrão estar até hoje sem estar concluída por questão de problema ambiental, por insegurança jurídica, uma ferrovia que é fundamental para escoação aqui do nosso agro”.
