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Brasil

Em 1ª reunião de conselho, Wolney defende Lupi: "Nada contra ele"

Ministro Wolney Queiroz (Previdência) defendeu seu antecessor, Carlos Lupi, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social

27/05/2025 15:18, atualizado 27/05/2025 16:13
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Foto colorida de Wolney Queiroz e Carlos Lupi - Metrópoles

Na primeira reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) que preside, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, defendeu o antecessor, Carlos Lupi. A reunião ocorre nesta terça-feira (27/5), após o governo excluir CNPS membros de entidades que tiveram os acordos de cooperação técnica suspensos no âmbito da Operação Sem Desconto.

“O ex-ministro Carlos Lupi de livre e espontânea vontade resolveu abdicar do cargo de ministro de Estado, para facilitar as investigações, mesmo não tendo nada contra o nome dele”, disse o novo ministro. Segundo ele, a saída de Lupi possibilitou uma maior transparência do ponto de vista das investigações.

Wolney afirmou que o governo agiu rapidamente para proteger os aposentados e pensionistas. Antes de chegar a ministro, ele era secretário-executivo do Ministério da Previdência, o número dois na hierarquia da pasta.

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Wolney Queiroz assumiu o ministério da Previdência no lugar de Carlos Lupi
Novo chefe da Previdência
Wolney Queiroz sucedeu Carlos Lupi no comando da pasta após a revelação do esquema bilionário de fraude no INSS
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Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz
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Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz

Flávia Said/Metrópoles
Wolney Queiroz assumiu o ministério da Previdência no lugar de Carlos Lupi
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Wolney Queiroz assumiu o ministério da Previdência no lugar de Carlos Lupi

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Novo chefe da Previdência
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Novo chefe da Previdência

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Wolney Queiroz sucedeu Carlos Lupi no comando da pasta após a revelação do esquema bilionário de fraude no INSS
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Wolney Queiroz sucedeu Carlos Lupi no comando da pasta após a revelação do esquema bilionário de fraude no INSS

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Esta é a primeira reunião com a participação do novo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior.

Foi deflagrada ação pela Polícia Federal (PF) no fim de abril deste ano para coibir a prática de descontos indevidos em benefícios de pensionistas e aposentados do INSS. A farra no INSS foi revelada pelo Metrópoles e culminou na demissão do então presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto e de Lupi.

Na pauta da reunião desta terça, estão quatro itens:

  1. Descontos associativos – Informe sobre o processo de apuração e restituição;
  2. Crédito consignado – Últimas medidas adotadas pelo INSS e Dataprev;
  3. Vale+ INSS – Últimas decisões sobre a suspensão das operações; e
  4. Fila do INSS e da perícia médica.

Escândalo do INSS

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU).

No total, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23 de abril.

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