Eletronuclear: presidente acertou saída de documentos de sala lacrada
Luiz Soares é citado em três acordos de delação premiada feitos por ex-funcionários da Andrade Gutierrez como recebedor de propina entre a empresa e a estatal

O presidente afastado da Eletronuclear pela Operação Pripyat, Pedro José Diniz Figueiredo, e o ex-diretor técnico Luiz Soares combinaram a retirada de documentos e equipamentos de uma sala lacrada por decisão do Conselho de Administração da Eletrobras. O Broadcast, serviço de informação em tempo real da Agência Estado, teve acesso à transcrição do áudio em que eles acertam a ação por telefone.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
Ver todasSoares é citado em três acordos de delação premiada feitos por ex-funcionários da Andrade Gutierrez como recebedor de propina entre a empresa e a Eletronuclear.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA Operação Pripyat, desdobramento da Lava Jato, prendeu na quarta-feira (6/7), no Rio, dez pessoas acusadas de desviar recursos da obra da Usina Nuclear Angra 3, investimento de R$ 17 bilhões no litoral sul do Estado.
Entre os presos está o vice-almirante reformado Othon Luiz Pinheiro da Silva, ex-presidente da Eletronuclear, que já havia sido preso pela Lava Jato no ano passado e estava em prisão domiciliar desde dezembro.



