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Eleições 2022

Twitter retém conta de Marcos Cintra, vice de Soraya Thronicke

Ex-secretário da Receita do governo Jair Bolsonaro vinha fazendo postagens questionando o sistema eletrônico de votação

Repórter de Eleições 202206/11/2022 17:01
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Pedro França/Agência Senado
Twitter retém conta de Marcos Cintra, vice de Soraya Thronicke

O economista Marcos Cintra (União), que foi candidato a vice-presidente na chapa de Soraya Thronicke (União), teve a conta no Twitter retida neste domingo (6/11). A plataforma não especificou as razões para suspensão do perfil de Cintra, que vinha fazendo postagens questionando o sistema eletrônico de votação. Na mensagem exibida pelo Twitter, é citada uma demanda legal.

Ex-secretário da Receita Federal de Jair Bolsonaro (PL), o economista estava endossando dúvidas sobre o pleito lançadas por bolsonaristas.

No sábado (5/11), Cintra disse que as dúvidas sobre as urnas “merecem resposta”. “Verifiquei os dados do TSE e não vejo explicação para o JB [Jair Bolsonaro] ter zero votos em centenas de urnas. Ex. Roraima, e em São Paulo, como em Franca, Osasco e Guarulhos”, escreveu.

“Curiosamente não há uma única urna em todo o país onde o Bolsonaro tenha tido 100% dos votos. E se há suspeita em uma única urna, elas recaem sobre todo o sistema”, acrescentou.

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O presidente Jair Bolsonaro e o então Secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra
Cintra em reunião com Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, em 2019
Conta do economista Marcos Cintra foi retida pelo Twitter
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Conta do economista Marcos Cintra foi retida pelo Twitter

O presidente Jair Bolsonaro e o então Secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra
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O presidente Jair Bolsonaro e o então Secretário Especial da Receita Federal, Marcos Cintra

Marcos Corrêa/PR
Cintra em reunião com Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, em 2019
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Cintra em reunião com Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, em 2019

Carolina Antunes/PR

Questionamentos semelhantes levaram à suspensão de contas de outros bolsonaristas, como o deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL-MG) e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

Marcos Cintra deixou o governo federal ainda no primeiro ano da gestão Bolsonaro, após defender a recriação da CPMF. Apesar de ter saído do governo, ele se manteve como defensor do presidente.