TSE firma acordo com universidades contra fake news nas eleições

Os dirigentes de três associações que reúnem 150 instituições reafirmaram a confiança no sistema eleitoral brasileiro

atualizado 28/06/2022 9:50

Testes das urnas eletrônicas no TSEGustavo Moreno/Metrópoles

Universidades federais, estaduais e municipais manifestaram apoio ao trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e defenderam a eleições livres de interferências.

Os dirigentes de três associações que reúnem 150 instituições reafirmaram a confiança no sistema eleitoral brasileiro.

Dirigentes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) estiveram com o presidente  do TSE, ministro Edson Fachin, na última sexta-feira (24/6).

As entidades da educação superior assinaram um termo de cooperação e adesão ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação do TSE, que tem por objetivo conter a proliferação de notícias falsas que contaminam o processo democrático brasileiro.

A Andifes, a Abruem e o Conif se comprometeram em auxiliar o TSE na divulgação das informações oficiais sobre o processo eleitoral, além de se engajarem na mobilização junto à sociedade civil para ampliar a participação nas eleições, sobretudo entre aqueles que não têm obrigatoriedade ao voto, como jovens e idosos.

“O processo educacional é indissociável do exercício democrático, e as universidades também formam cidadãos e cidadãs, que precisam ter assegurado o direito à livre escolha para eleger seus representantes. O TSE conta com nosso apoio para conduzir com segurança e lisura a próxima eleição”, frisou o presidente da Andifes, reitor Marcus David.

Fachin ressaltou a importância do apoio das universidades para a tranquilidade do pleito. “É uma ponte entre conhecimento e experiência para servir à democracia, ao Estado Democrático de Direito e a uma sociedade aberta e plural, como desenhada na Constituição”, frisou.

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