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Eleições 2022

Gleisi sobre filiação de Alckmin ao PSB: "Tem um imenso significado"

Presidente nacional do PT esteve presente na cerimônia de filiação do ex-governador de São Paulo ao PSB

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Gleisi Hoffmann discursa em evento de filiação não apenas de Geraldo Alckmin mas de outras personalidades ao PSB - Metrópoles

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), esteve presente, nesta quarta-feira (23/3), na cerimonia de filiação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin ao PSB. A expectativa é de que o ex-PSDB seja candidato a vice na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No encontro, a petista defendeu a aliança entre as legendas como alternativa para minar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Esta filiação tem um imenso significado. Nunca foi tão necessário somar forças e mobilizar energia em torno da defesa do nosso pais. PT e PSB tem uma trajetória comum na luta pela democracia e na construção de um país melhor. Estivemos juntos no governo, na oposição, na defesa da democracia, na defesa dos direitos dos trabalhadores”, disse a deputada federal.

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Filiação de Geraldo Alckmin ao PSB
Filiação de Geraldo Alckmin ao PSB
Ex-adversários, Lula e Alckmin foram se aproximando ao longo de 2022. As conversas levaram o ex-governador a deixar o PSDB e se filiar ao PSB.
Filiação de Geraldo Alckmin ao PSB
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Alckmin e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann
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Alckmin e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann

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Ex-adversários, Lula e Alckmin foram se aproximando ao longo de 2022. As conversas levaram o ex-governador a deixar o PSDB e se filiar ao PSB.
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Ex-adversários, Lula e Alckmin foram se aproximando ao longo de 2022. As conversas levaram o ex-governador a deixar o PSDB e se filiar ao PSB.

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Presidente do PSB, Carlos Siqueira
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Presidente do PSB, Carlos Siqueira

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Para a petista, o movimento de unidade e união entre os partidos será “relevante” para fazer frente a Bolsonaro, que figura como detentor da segunda maior intenção de votos nas pesquisas partidárias que medem a disputa ao Palácio do Planalto.

“Juntos, PSB e PT fizeram história e farão novamente. Precisamos encerrar esse tempo de sofrimento, de retrocesso, de ações que tiram a esperança do povo brasileiro”, prosseguiu.

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A fala da presidente do PT foi endossada pelo ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB). “Tenho impressão de que a filiação de todos os senhores hoje é um ânimo. Sabemos qual é o nosso lado: é o lado da democracia”, defendeu.

França externou, porém, preocupação com uma eventual reeleição de Bolsonaro. “A gente percebe o quanto é perigoso quando nós temos pessoas autoritárias no comando, e muito mais quando elas são reeleitas. Alguns dos principais nomes do mundo, a partir do instante que foram reeleitos, quando já tinham uma vocação autoritária, se revelaram muito mais autoritários”, disse.