Polícia conclui que capoeirista foi assassinado por motivação política

Inquérito sobre crime contra Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia

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atualizado 17/10/2018 14:25

As investigações sobre o assassinato do capoeirista Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Moa do Katendê, foram concluídas. De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima levou 12 facadas após uma discussão política. O relatório foi encaminhado ao Ministério Público do Estado (MP-BA). A informação é da Rede Bahia.

Segundo a Secretaria, o inquérito concluiu que o assassinato, ocorrido na madrugada de 8 de outubro, foi motivado por uma discussão político-partidária entre Moa e Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, que está preso. Moa, conforme aponta o inquérito, disse a Paulo Sérgio que era contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e afirmou ter votado em Fernando Haddad (PT).

Além do depoimento de Paulo Sérgio, que continua preso, o dono do bar onde aconteceu o crime, entre outras testemunhas, confirmaram que posições políticas adversas iniciaram a discussão.

O relatório aponta ainda que, após Moa ter dito que votou em Haddad, Paulo pagou a conta no bar, foi até a casa onde morava, voltou ao estabelecimento e atacou o mestre de capoeira com 12 facadas pelas costas. Um primo de Moa do Katendê também acabou ferido.

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