Nível histórico: Ibovespa rompe os 100 mil pontos pela primeira vez
O índice futuro da Bolsa superou pela primeira vez o nível histórico de pontuação; índices de Nova York também bateram máximas

Os mercados domésticos mostram tranquilidade na manhã desta segunda-feira (18/3) com o dólar em leve baixa em relação ao real, alinhado ao movimento ante outras moedas, e Bolsa em alta moderada, enquanto os juros futuros rondam a estabilidade, em meio ao humor predominantemente positivo no exterior. O índice futuro do Ibovespa superou há pouco, pela primeira vez, o nível histórico dos 100 mil pontos, após os índices de Nova York baterem máximas.

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Ver todasNa última hora, no entanto, dólar e juros renovaram as máximas e tiveram máximas pontuais diante das críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à reforma da Previdência. Maia defendeu a reforma, mas criticou dois pontos da PEC enviada pelo governo: em relação às mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural, durante discurso em seminário no Rio.
Também na manhã desta segunda-feira, o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou que o mais “executável” é que a Nova Previdência seja votada no colegiado por volta do dia 3 de abril. “Eu já havia dito que a data mais otimista seria dia 28 (março), mas já previa alguns percalços”, disse ao Estadão/Broadcast. Francischini deve indicar o relator da reforma no colegiado ainda nesta semana, logo após o envio da proposta pelos militares ao Congresso. “Farei na quarta, dependendo do horário ou na quinta”, afirmou.
Às 11h25, o Ibovespa subia 0,41%, aos 99.543,52 pontos. O Dow Jones subia 0,06%, o S&P500 tinha alta de 0,36% e o Nasdaq avançava 0,49%. A Bolsa de Londres subia 0,79%. O dólar à vista caía 0,27%, a R$ 3,8104. O DI para janeiro de 2021, o mais negociado, estava em 6,97%, mesma taxa do ajuste anterior.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesEm Wall Street, as ações de montadoras avançam, impulsionadas pela declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a General Motors (GM) e a central sindical norte-americana de metalúrgicos, conhecida como UAW, deveriam iniciar conversas sobre planos da montadora de fechar uma fábrica em Lordstown (Ohio) agora, e não apenas em setembro ou outubro, como está previsto.



