Dólar estável, Bolsa em disparada. Mercado ainda reflete "rali eleitoral"
Investidores seguem comemorando pesquisa com queda da diferença entre Lula e Flávio em um eventual segundo turno da corrida presidencial

O dólar opera em leve queda de 0,01% frente ao real, cotado a R$ 5,10, às 10h15 desta quinta-feira (3/9). Como a variação é mínima, há estabilidade no câmbio. Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), registra forte alta de 1,85%, aos 188,3 mil pontos, embora oscile bastante.
Na véspera, a moeda americana despencou 0,93%, atingindo a marca de R$ 5,10. O Ibovespa disparou 3,06%, aos 185,2 mil pontos. No pregão, o indicador chegou a alcançar os 186 mil pontos, às 12h13.

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Ver todasOs dois movimentos — tanto a queda do dólar como o avanço do Ibovespa — ocorreram depois da divulgação de pesquisa eleitoral da Quaest. Ela indicou uma disputa acirrada num eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
De acordo com o levantamento, Lula tem 42% das intenções de voto no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Flávio soma 41%. Os dois estão empatados tecnicamente.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesMas não é só. A diferença entre ambos em um eventual segundo turno, que agora chegou a um ponto percentual, era de oito pontos em 26 de julho. Foi essa aproximação que a maior parte dos investidores, abertamente favorável à eleição de Flávio, comemorou.
Nesta quinta-feira, na avaliação de analistas, os mercados — notadamente, a Bolsa — seguem sob efeito do mesmo vetor: as eleições presidenciais, sustentando o que os operadores chamam de “rali eleitoral”.
“Rali” é o termo que os operadores usam para definir uma sequência de altas no mercado de capitais. Os agentes econômicos também aguardam a divulgação de pesquisa do Datafolha nesta quinta-feira.



