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Economia

Desemprego se mantém estável em 11,1%: veja taxa em cada estado

Segundo IBGE, desocupação no primeiro trimestre de 2022 ficou estável em relação aos três últimos meses de 2021

13/05/2022 10:29, atualizado 13/05/2022 10:54
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Fotografia colorida de pessoa segurando Carteira de trabalho na rua

O desemprego persistiu no primeiro trimestre de 2022 e atinge 11,1% da população brasileira. O índice, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o mesmo em relação aos três últimos meses de 2021.

A nova rodada da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta sexta-feira (13/5), mostra que 29% dos desempregados procuram trabalho há mais de dois anos. São mais de 3,4 milhões de pessoas.

Pernambuco e Bahia lideraram o ranking de desemprego no país no 1º trimestre. Ao todo, segundo o IBGE, 11,9 milhões de pessoas estão desempregadas. Santa Catarina e Mato Grosso apresentam os menores índices.

A única queda estadual no desemprego ocorreu no Amapá, onde a taxa passou de 17,5%, no quarto trimestre de 2021, para 14,2%, no primeiro trimestre de 2022.

De acordo com o IBGE, no fim de março, a maior parte dos desempregados no país estava em busca de nova oportunidade de trabalho há mais de um mês, mas há menos de um ano.

A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, ressaltou que o fato de não haver crescimento na busca por trabalho no trimestre explica a estabilidade da desocupação.

O número de pessoas ocupadas no país ficou em 95,3 milhões, sendo 67,1% de empregados, 4,3% de empregadores, 26,5% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2% de trabalhadores familiares auxiliares.

Veja o desemprego por unidade da Federação:

  • Bahia — 17,6%
  • Pernambuco — 17%
  • Rio de Janeiro — 14,9%
  • Sergipe — 14,9%
  • Acre — 14,8%
  • Paraíba — 14,3%
  • Alagoas — 14,2%
  • Amapá — 14,2%
  • Rio Grande do Norte — 14,1%
  • Amazonas — 13%
  • Maranhão — 12,9%
  • Distrito Federal — 12,6%
  • Piauí — 12,3%
  • Pará — 12,2%
  • Ceará — 11%
  • São Paulo — 10,8%
  • Minas Gerais — 9,3%
  • Tocantins — 9,3%
  • Espírito Santo — 9,2%
  • Goiás — 8,9%
  • Roraima — 8,8%
  • Rio Grande do Sul — 7,5%
  • Rondônia — 6,9%
  • Paraná — 6,8%
  • Mato Grosso do Sul — 6,5%
  • Mato Grosso — 5,3%
  • Santa Catarina — 4,5%

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