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Economia

Desemprego cresceu em 12 estados no 1º trimestre deste ano, diz IBGE

No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação (população que não trabalha, mas procura por emprego) no país chegou a 7%

16/05/2025 09:20, atualizado 16/05/2025 10:00
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Igo Estrela/Metrópoles
Carteira de trabalho digital; emprego. Brasília(DF), 28/12/2023. Foto: I

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, nesta sexta-feira (16/5), que a taxa de desemprego cresceu em 12 unidades da Federação (UFs) e ficou estável em outras 15 na comparação com o último trimestre de 2024.

No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desocupação no país chegou a 7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada pelo IBGE.

Segundo a Pnad, Pernambuco (11,6%), Bahia (10,9%) e Piauí (10,2%) mostraram as maiores taxas, enquanto as menores foram de Santa Catarina (3%), Rondônia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%).

Para William Kratochwill, analista da pesquisa, o mercado de trabalho brasileiro “mostrou que está resiliente”.

Segundo ele, esse aumento no primeiro trimestre é sazonal, devido ao fim dos contratos temporários para o fim de ano.

“O aumento de 0,8 ponto percentual foi menor que a média dos aumentos (1,1 p.p.) para esse trimestre, o que garantiu que essa taxa de desocupação fosse a menor para um primeiro trimestre na série histórica”, explicou.

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No recorte por gênero, a taxa de desocupação foi de 5,7% para os homens e 8,7% para as mulheres no 1º trimestre. Por cor ou raça, esse nível ficou abaixo da média nacional para os brancos (5,6%) e acima para os pretos (8,4%) e pardos (8%).

Por nível de instrução, a taxa de desemprego para pessoas com ensino médio incompleto (11,4%) foi maior que a dos demais níveis. Entre quem tem nível superior incompleto, a taxa foi de 7,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,9%).