Durigan trata de crime organizado com secretário do Tesouro dos EUA

O ministro confirmou que se encontrou com o secretário do Tesouro, Scott Bessent, duas ou três vezes em agendas nos EUA

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Imagem colorida de Dario Carnevalli Durigan, secretário executivo do Ministério da Fazenda - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Dario Carnevalli Durigan, secretário executivo do Ministério da Fazenda - Metrópoles - Foto: <p>Hugo Barreto/Metrópoles<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta sexta-feira (17/4), que se reuniu por duas ou três vezes com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, durante as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), nos Estados Unidos.

De acordo com ele, as conversas tiveram como temas a cooperação internacional entre os países, que selaram um acordo de combate contra o crime organizado na última semana, além de stablecoins, moedas digitais lastreadas em moedas existentes, e Inteligência Artificial (IA).

Durigan destacou que não houve discussões sobre a Seção 301, da Lei Comercial dos Estados Unidos de 1974 — o texto possibilita investigações caso os direitos dos EUA sob qualquer acordo forem negados e se uma prática de um governo estrangeiro violar ou prejudicar de forma irregular o comércio dos norte-americanos.

O ministro lembrou que o tema tem sido tratado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

“Nas conversas que eu tive com o Bessent, a gente não entrou nos temas da 301. O Itamaraty tem tratado desse tema, das respostas à 301, dentro da trilha correta, com o USTR e com o Departamento de Estado”, explicou.

Ele acrescentou que não existiu nenhuma menção sobre a possibilidade de facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), serem tratadas como organizações terroristas pelos EUA.

“Primeiro, que não se tratam de organizações terroristas, são organizações perigosas, criminosas, que têm de ser enfrentadas com o rigor da lei. […] Parte importante do armamento que chega ao Brasil vem dos Estados Unidos. Então, se a gente conseguir coibir essa entrada de armamento no país, ajuda a diminuir o nível de letalidade e violência dessas organizações no Brasil”, ponderou.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?