Durigan defende investimento em exploração de terras raras no Brasil

Ministro da Fazenda cumpre agenda em Paris, onde trata de cooperação econômica internacional, inteligência artificial e segurança energética

atualizado

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Diogo Zacarias/MF
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1 de 1 Imagem colorida do Ministro da Fazenda Dario Durigan - Foto: Diogo Zacarias/MF

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu, nesta segunda-feira (18/5), em Paris, na França, investimentos estrangeiros para a exploração de minerais críticos no Brasil. Ele também se manifestou a favor de o país elaborar marco legal que dê segurança jurídica para atrair o capital.

“Se há capital francês, capital alemão, capital norte-americano, querendo fazer investimento nisso, que se faça no Brasil, gerando emprego no Brasil, dividindo tecnologia com as universidades brasileiras. Essa é a nossa diretriz. O incentivo ao investimento no país é fundamental e é fundamental a segurança jurídica. Por isso, [é importante] um novo marco que garanta procedimentos céleres, procedimentos seguros, evitando judicialização com grande pactuação com o setor”, declarou a jornalistas em Paris.

Parte dos compromissos de Durigan na capital francesa é relacionada ao G7. Também há encontros sobre inteligência artificial, transição energética e cooperação econômica internacional.

A agenda pública do ministro nesta segunda contempla mesa-redonda promovida pelo Le Grand Continent. Depois disso, ele será recebido para u almoço na redação do jornal Le Monde. À noite, o último compromisso é o jantar ministerial do G7.

O G7 é o grupo das sete maiores economias do mundo. O Brasil não integra o conjunto, mas participa como convidado.

De volta

De acordo com a agenda do Ministério da Fazenda, o chefe da equipe econômica deve embarcar rumo ao Brasil nesta terça-feira (19/5). A chegada ao país está prevista para a manhã de quarta-feira (20/5), com retorno imediato às agendas da Fazenda em Brasília.

Durigan chegou à França no sábado. No entanto, a viagem deveria ter começado na última terça-feira (13/5). O embarque seria primeiro para compromissos em Moscou, na Rússia. A viagem foi cancelada por causa do fechamento do aeroporto da cidade destino.

duração inicial da viagem era de uma semana, incluindo Moscou, na Rússia, e Paris, na França. A agenda previa representação em reuniões do Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do Brics, presidido pela ex-presidente da República Dilma Rousseff.

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