Dois moradores morrem durante guerra de facções no Rio de Janeiro

Faccionados do CV tentaram tomar o Complexo da Pedreira, que é dominado pelo TCP. Dois moradores foram mortos durante os tiroteios

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida, RJ: moradores são mortos em disputa de facções no Complexo da Pedreira - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma mulher, identificada como Marli Macedo dos Santos, foi morta ao ter a casa invadida e cercada por criminosos, na madrugada desta segunda-feira (27/10), durante uma disputa por territórios entre facções rivais no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro.

Em outro trecho da Pedreira, Elison Nascimento Vasconcelos, de 33 anos, foi atingido no peito ao sair de um pagode, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ele foi levado ao Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, mas não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.

De acordo com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), membros do Comando Vermelho (CV) tentaram assumir o controle do Complexo da Pedreira, que é dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP), vindos do Complexo do Chapadão.

Mulher teve casa invadida por criminosos

Houve uma troca intensa de tiros. O TCP reagiu aos ataques, e os criminosos do CV recuaram. Durante a fuga, um dos integrantes do CV invadiu uma casa na Estrada de Botafogo. A casa era de Marli.

Nesse momento, homens do TCP cercaram a residência, e houve novo confronto – até mesmo com uso de granadas.

Enquanto os criminosos estavam cercados por rivais, eles fizeram a mulher e outro morador reféns. Logo depois, um dos invasores atirou e atingiu a cabeça de Marli, e a outra pessoa que estava na casa não se feriu.

Ela chegou a ser levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu aos ferimentos.

Imagem colorida, casa com diversos tiros
Casa da vítima

Apreensão de fuzis e prisão de faccionados

A PMERJ foi acionada e, após negociação, conseguiu a rendição dos suspeitos. Dois homens armados com dois fuzis se entregaram e foram presos.

Ainda segundo a corporação, três suspeitos que teriam atirado contra os militares foram atingidos e socorridos para o mesmo hospital onde Marli foi levada, e um deles não resistiu.

Outros cinco fuzis, uma granada e munições foram apreendidos. Seis veículos também foram recuperados.

Moradores relataram rajadas de tiros que ocorreram durante a madrugada. Muitos se abrigaram em casas. A situação foi normalizada na manhã desta segunda, informou a PMERJ.

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