Destruído no 8/1, relógio restaurado fica exposto no gabinete de Lula

O relógio trazido ao Brasil por Dom João VI foi um dos itens destruídos durante os ataques de 8 de janeiro

atualizado

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Imagem colorida mostra relógio restaurado após ser destruído no 8 de janeiro | Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra relógio restaurado após ser destruído no 8 de janeiro | Metrópoles - Foto: Divulgação / Ricardo Stuckert

O relógio do século 17 destruído durante o ataque de 8 de janeiro de 2023 foi colocado no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O item retornou à sede do Poder Executivo no início deste ano, após passar por um longo processo de restauração.

O relógio foi restaurado em parceria com o governo da Suíça, sem custos ao Brasil. Trata-se de uma obra de Balthazar Martinot, feita de casco de tartaruga e de um bronze especial, trazido ao Brasil por Dom João VI em 1808.

Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), Lula afirmou que o item “simboliza a vitória da democracia contra o 8 de janeiro”. “Cada hora que esse relógio toca, e ele toca de hora em hora, a gente tem que festejar porque a democracia foi reestabelecida no Brasil”, disse.

Nas imagens, Lula apresenta o relógio ao ministro dos Transportes, Renan Filho, com quem se reuniu na manhã desta quarta-feira (22/1). Também estava no encontro o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Ponto a ponto

  • O relágio retronou ao Palácio do Planalto no início deste ano. O item passou por um longo processo de restauração, após ser destruído no 8 de janeiro;
  • O relógio, que foi trazido ao Brasil no século XIX, está exposto no gabinete do presidente Lula;
  • Antônio Cláudio Alves Ferreira foi condenado pela destruição do artefato.

A depredação do relógio ocorreu em 8 de janeiro de 2023. O circuito de monitoramento do Palácio do Planalto registrou o momento em que Antônio Cláudio Alves Ferreira derruba o relógio no chão.

O vândalo foi condenado a 17 anos de prisão, em julgamento que ocorreu em junho de 2024. Em dezembro do mesmo ano, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o início imediato do cumprimento de pena

Antônio foi condenado pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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