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Brasil

Defesa pede habeas corpus para Roger Abdelmassih

O ex-médico perdeu o direito à prisão domiciliar, devido a falta de tornozeleiras eletrônicas

13/08/2017 14:19
SÉRGIO CASTRO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE
Brasil, São Paulo, SP, 20/08/2014. O ex-médico Roger Abdelmassih (c), de 70 anos, que foi recapturado na cidade de Assunção, no Paraguai, chega ao Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. Ele passa por exames de corpo delito e, depois, deve seguir para o Presídio de Tremembé. Abdelmassih estava foragido desde janeiro de 2011 e foi condenado a 278 anos de prisão pelo estupro de 37 pacientes. - Crédito:SÉRGIO CASTRO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:171942

Foi protocolado na manhã deste domingo, 13, um pedido de habeas corpus para o ex-médico Roger Abdelmassih, de 73 anos, condenado a 181 anos de prisão pelo estupro de 37 mulheres.

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Segundo o advogado do ex-médico, Antonio Celso Galdino Fraga, se o TJ-SP não conceder o habeas corpus, a defesa irá recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na sexta-feira, 11, Abdelmassih perdeu o direito à prisão domiciliar, de acordo com decisão da juíza Sueli Zeraik Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais, de Taubaté (SP), devido à falta de tornozeleiras eletrônicas no Estado de São Paulo. O contrato com a empresa que fornecia o equipamento foi rompido na quarta-feira, 9, pelo governo do Estado.

Desde segunda-feira, o ex-médico está internado no Hospital Albert Einstein, na zona oeste de São Paulo, para tratar uma infecção bacteriana identificada no sistema urinário. Segundo a defesa, a permanência do ex-médico no hospital é “imprescindível”.

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