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Brasil

Defesa de Cid nega pedido de passaporte e garante que delação é sólida

Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro depõe na PF, após prisão do ex-ministro Gilson Machado por suposta ajuda para visto português

Repórter de Brasil13/06/2025 11:33, atualizado 13/06/2025 11:42
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Hugo Barreto/Metrópoles
Foto colorida de Mauro Cid no STF - Metrópoles

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid afirmou ao Metrópoles que o ex-ajudante de ordens da Presidência durante o governo Jair Bolsonaro (PL) jamais solicitou passaporte ao ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto. O ex-titular da pasta foi preso nesta sexta-feira (13/6), sob suspeita de tentar um visto português para o militar deixar o Brasil.

O tenente-coronel também foi preso, mas em seguida teve a ordem de prisão revogada. Ele presta depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na manhã desta sexta. Ele chegou para depor às 10h57. Veja:

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Cid chega à PF para depor em investigação sobre passaporte português
Cid chegou à sede da PF, em Brasília, às 10h57 desta sexta-feira (13/6)
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Cid chegou à sede da PF, em Brasília, às 10h57 desta sexta-feira (13/6)

Hugo Barreto/Metrópoles
Cid chega à PF para depor em investigação sobre passaporte português
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Cid chega à PF para depor em investigação sobre passaporte português

Hugo Barreto/Metrópoles

“É uma surpresa. Desconheço os fatos, mas com certeza Mauro Cid não requereu passaporte”, alegou o advogado Jair Alves Pereira, que faz parte da equipe de defesa do ex-ajudante de ordens.

Segundo o jurista, o acordo de delação premiada de Mauro Cid também não está sob risco. “A colaboração foi confirmada pelos depoimentos e comprovada por mensagens”, completou Pereira.

Gilson e Cid presos

Gilson Machado foi preso em caráter preventivo pela Polícia Federal (PF) no Recife. De acordo com a Polícia Federal, Machado teria atuado junto ao Consulado de Portugal na capital pernambucana ainda em maio de 2025. A investigação foi aberta a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro teria dado entrada no pedido de cidadania portuguesa em janeiro de 2023, logo após o fim do governo passado. Ele foi preso pela primeira vez em maio daquele ano, deixando a prisão após o acordo de delação premiada.

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