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O processo de venda da BR Distribuidora, considerada a “joia da coroa” dos negócios que a Petrobras pretende vender, terá que ser reiniciado do zero. A determinação foi anunciada nesta quarta-feira (15/3), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), após quase quatro de meses de paralisação nas negociações, por conta de uma liminar apresentada pela corte de contas.

Após a decisão do TCU, a estatal será obrigada a ajustar seu plano de negócios. A redução dos investimentos previstos no plano de negócios parece o caminho mais provável, segundo ex-diretores da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A possibilidade de cortar investimentos, no caso de a decisão do TCU atrapalhar a venda de ativos, foi sinalizada pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, em entrevista esta semana. John Forman, da J Forman Consultoria, vê o corte nos investimentos como o mais provável, mas essa decisão trará como consequência um fluxo de caixa menor no médio prazo, já que a reduzirá o potencial de crescimento da produção.

“A consequência será reduzir, evidentemente, o fluxo de caixa (no médio prazo), o que trará problemas no futuro”, disse.

 

 

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