
Datafolha: Lula e Flávio empatam com 45% de rejeição às vésperas da eleição
Lula e Flávio Bolsonaro mantêm empate no índice de eleitores que dizem não votar neles de jeito nenhum. Levantamento ouviu 2.506 pessoas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem empatados como os candidatos mais rejeitados na disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º/10), ambos registram 45% de eleitores que afirmam não votar neles de jeito nenhum.
O percentual repete o resultado da semana anterior e coloca os dois políticos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento também mostra que os demais nomes avaliados apresentam índices de rejeição inferiores aos dos dois principais concorrentes.
Veja os números de rejeição:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles- Lula (PT): 45%;
- Flávio Bolsonaro (PL): 45%;
- Renan Santos (Missão): 16%;
- Romeu Zema (Novo): 15%;
- Ronaldo Caiado (PSD): 14%;
- Augusto Cury (Avante): 11%.
A pesquisa foi realizada entre terça-feira (29/9) e quinta-feira (1º/10), com 2.506 eleitores. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-0839/2026.
Polarização eleitoral
O resultado do levantamento mantém um cenário de concentração da rejeição nos dois principais nomes da disputa presidencial. O petista e o filho mais velho de Jair Bolsonaro também aparecem na liderança das intenções de voto, segundo os levantamentos eleitorais recentes.
A repetição dos índices de rejeição indica estabilidade nesse quesito em relação à semana anterior e ocorre em uma eleição marcada pela permanência da polarização entre os campos políticos associados ao petismo e ao bolsonarismo.

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Ver todasO levantamento foi realizado em meio a uma semana de repercussão política envolvendo os dois candidatos. Entre os assuntos acompanhados pela pesquisa estão a medida provisória editada por Lula sobre as apostas esportivas e a circulação de uma informação relacionada à possibilidade de Flávio Bolsonaro retirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.











