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Covid: mais de 142 milhões brasileiros já estão totalmente imunizados

No total, 160.926.764 pessoas receberam ao menos uma dose, o que corresponde a 88,42% da população com 12 anos ou mais

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Mulheres com toca nos cabelos e máscara ao lado de carro preto
1 de 1 Mulheres com toca nos cabelos e máscara ao lado de carro preto - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Nesta quinta-feira (23/12), dados sobre a Campanha Nacional de Imunização mostram que 78,42% da população com 12 anos ou mais no país está totalmente imunizada contra a Covid-19. Ou seja, já recebeu duas doses ou a vacina de dose única. O número corresponde a 142.733.050 dos quase 182 milhões de brasileiros, nesta faixa etária, com o ciclo vacinal completo.

No total, 160.926.764 pessoas receberam ao menos uma dose, o que corresponde a 88,42% da população com 12 anos ou mais. Já a dose de reforço foi aplicada em 24.471.288 pessoas.

Somando a primeira, a segunda, reforço e a dose única, são 328.131.102 doses aplicadas no total.

São 13 os estados que não divulgaram dados novos: AC, AL, AP, GO, MT, PB, PR, RJ, RO, RR, RS, SC e TO.

Atualmente o país possui quatro vacinas à disposição no combate à doença. Os laboratórios Sinovac/Coronavac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech recomendam a aplicação de duas doses de seus imunizantes. Já a Janssen prevê apenas uma aplicação para completa imunização.

Os dados foram divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa*  e foram analisados pelo (M)Dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles.

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Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos
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Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos

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A variante Gama é a brasileira, conhecida anteriormente como P.1
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As vacinas disponíveis até o momento funcionam contra a maioria das variantes, ainda que não tenham 100% de eficácia contra elas
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A OMS ainda não sabe se a nova cepa é mais transmissível do que as outras variantes, ou se as mutações afetam a letalidade
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A OMS ainda não sabe se a nova cepa é mais transmissível do que as outras variantes, ou se as mutações afetam a letalidade

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* O consórcio de imprensa é composto pelos veículos G1, O Globo, Extra, Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL.

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