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Brasil

Covid: estado de SP tem 4 mil funcionários públicos não vacinados

No grupo de servidores sem a vacina, 1.500 são policiais. Prefeitura de São Paulo já demitiu quatro servidores por não se vacinarem

Daniel Haidar23/02/2022 12:35, atualizado 23/02/2022 13:00
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Fábio Vieira/Metrópoles
Postos de saúde registram filas para a vacinação contra a Covid-19 em SP

São Paulo – Um levantamento feito pelo Governo de São Paulo aponta que quase 4 mil funcionários públicos não apresentaram comprovante de vacinação contra a Covid-19. Desse total de não vacinados, cerca de 1.500 são policiais.

“O Governo de São Paulo informa que 99,1% dos 420.489 servidores estaduais já apresentaram comprovante de vacinação contra a Covid-19 aos respectivos setores de RH, o que demonstra a inegável adesão da categoria à imunização e à proteção da saúde pública”, diz a nota oficial.

Na Prefeitura de São Paulo, também é analisada a situação de 554 funcionários públicos que não apresentaram comprovante de vacinação. Outros quatro servidores, ocupantes de cargos comissionados, foram demitidos por não tomarem a vacina.

A vacinação contra a Covid-19 é obrigatória tanto para funcionários do Governo de SP quanto para servidores da prefeitura da capital. Só há exceção para quem apresenta motivo médico.

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Secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, toma a terceira dose da vacina contra a Covid, aplicada por Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.
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Vacinação em São Paulo
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Testes de Covid-19 em São Paulo
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Testes de Covid-19 em São Paulo

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Comprovante obrigatório

Na prefeitura, 184 funcionários apresentaram justificativa médica e não tomaram a vacina.

No começo deste ano, o governador João Doria (PSD) determinou que funcionários públicos tinham até cinco dias para comprovar que foram vacinados contra a Covid. O governo estadual alega que só 3.801 profissionais (0,9% do funcionalismo do Estado) não comprovaram vacinação.

São Paulo foi o primeiro estado no Brasil a vacinar contra o Coronavírus. A vacinação começou em 17 de janeiro, pouco depois da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

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