Covid-19: Assembleia de Deus de MT perde mais 2 pastores. Agora são 18

Pastor Gonçalo Silva e pastor Milton Oliveira não resistiram às complicações da doença e morreram na terça e quarta-feira, respectivamente

atualizado 07/04/2021 15:25

Pastor Milton RibeiroDivulgação

A Assembleia de Deus de Mato Grosso perdeu mais um pastor para a Covid-19, agora totalizando 18 pastores vítimas da doença. Nessa terça-feira (6/4), morreu o pastor Gonçalo Silva, presidente da igreja em Ribeirão Cascalheira. Já nesta quarta-feira (7/4), o pastor Milton Oliveira, presidente de Alto Taquari, não resistiu às complicações do vírus.

A informação foi confirmada ao Metrópoles pelo pastor Jackson Messias, que é auxiliar da igreja em Cuiabá. Ele também explicou que Francisco de Albuquerque Gonçalo Botelho, que era pastor no bairro 24 de Dezembro, morreu na última segunda-feira (5/4), mas ainda não foi confirmada a causa da morte.

Ele ainda relembra das mortes, que ocorreram no ano passado, de pai e filho, respectivamente, Sebastião Rodrigues de Souza e Rubens Ciro de Souza, presidente e vice da igreja no estado.

Nesse domingo (4/4), morreu vítima da Covid-19 o pastor Manoel Rotilho de Oliveira, que conduzia a igreja evangélica em Santo Antônio de Leverger. “Ele estava ultimamente sem dirigir nenhum trabalho, já estava aposentado, jubilado, pela idade dele”, confirma o pastor Messias.

STF vota reabertura de igrejas

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta quarta, a possibilidade de liberação da realização de cultos e outras práticas religiosas presencialmente durante a pandemia da Covid-19. A permissão vem sido defendida pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), mesmo em meio à alta no número de mortos pelo vírus.

O caso será analisado pelo colegiado após polêmicas. Isso porque o mais recente ministro a ingressar no Supremo, Nunes Marques, determinou, no último sábado (3/4), em medida liminar, que estados, municípios e Distrito Federal não podem editar normas de combate à pandemia do novo coronavírus que proíbam completamente celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas.

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