Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Covas evita estabelecer data para pagamento de renda emergencial em SP

Candidato à reeleição aguarda redação final da Câmara Municipal. Expectativa da prefeitura era iniciar o pagamento em outubro

28/10/2020 13:06
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bruno Covas visita as dependências do futuro hospital Municipal Integrado Santo Amaro

São Paulo – O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (28/10) que não há previsão para que seja sancionado o projeto de lei que estabelece uma renda mínima emergencial a moradores carentes beneficiários do Bolsa Família e ambulantes cadastrados na prefeitura.

O texto recebeu o aval pela plenário da Câmara Municipal na última quinta-feira (22/10). A redação final foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e Legislação Participativa) na segunda-feira (26/10) antes de seguir para a sanção do prefeito.

“O projeto ainda não chegou à Prefeitura de São Paulo. Nós estamos aguardando a Carta de Lei para poder analisar a redação final que foi dada pela Câmara. A partir daí, a gente vai poder falar exatamente a data da sanção e de que forma nós vamos regulamentar o acesso ao auxílio emergencial na cidade”, afirmou o candidato à reeleição
Covas evita estabelecer data para pagamento de renda emergencial em SP - destaque galeria
6 imagens
O texto do pagamento ainda não chegou à Prefeitura, segundo Covas
Na semana passada, o prefeito afirmou que o pagamento poderia ser pago ainda em outubro
O candidato é criticado por ter declarado apoio à movimentação do projeto na Câmara Municipal somente às vésperas do primeiro turno
Bruno Covas, prefeito de São Paulo e candidato à reeleição
O projeto prevê um benefício de R$ 100 por mês, pelo período de três meses, como forma de complementar a queda no valor do auxílio emergencial do governo federal
O prefeito Bruno Covas preferiu não colocar data para pagamento de benefício emergencial
1 de 6

O prefeito Bruno Covas preferiu não colocar data para pagamento de benefício emergencial

Rafaela Felicciano/Metrópoles
O texto do pagamento ainda não chegou à Prefeitura, segundo Covas
2 de 6

O texto do pagamento ainda não chegou à Prefeitura, segundo Covas

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Na semana passada, o prefeito afirmou que o pagamento poderia ser pago ainda em outubro
3 de 6

Na semana passada, o prefeito afirmou que o pagamento poderia ser pago ainda em outubro

Rafaela Felicciano/Metrópoles
O candidato é criticado por ter declarado apoio à movimentação do projeto na Câmara Municipal somente às vésperas do primeiro turno
4 de 6

O candidato é criticado por ter declarado apoio à movimentação do projeto na Câmara Municipal somente às vésperas do primeiro turno

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Bruno Covas, prefeito de São Paulo e candidato à reeleição
5 de 6

Bruno Covas, prefeito de São Paulo e candidato à reeleição

Rafaela Felicciano/Metrópoles
O projeto prevê um benefício de R$ 100 por mês, pelo período de três meses, como forma de complementar a queda no valor do auxílio emergencial do governo federal
6 de 6

O projeto prevê um benefício de R$ 100 por mês, pelo período de três meses, como forma de complementar a queda no valor do auxílio emergencial do governo federal

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Na última semana, Covas afirmou que a expectativa da prefeitura era iniciar o pagamento ainda em outubro. O projeto prevê um benefício de R$ 100 por mês, pelo período de três meses, como forma de complementar a queda no valor do auxílio emergencial do governo federal.

“Nós estamos aguardando o projeto chegar da Câmara Municipal”, afirmou o prefeito nesta quarta.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

O candidato à reeleição é alvo de críticas de adversários políticos por ter declarado apoio à movimentação do projeto na Câmara Municipal somente às vésperas do primeiro turno da disputa pela prefeitura.

Covas visitou o Restaurante Casarão, no centro, que participa do projeto “Rede Cozinha Cidadã”. Criado em abril devido à pandemia, o programa credencia estabelecimentos para fornecer refeições à população de rua.

“Só aqui (no restaurante) são 100 marmitas que são compradas diariamente pela prefeitura de um total 1,3 milhão que já foram distribuídas nesse momento de pandemia. Esse é um investimento de R$ 13 milhões feito pela prefeitura”, afirmou o prefeito.