Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores

PSDB perdeu espaço para direita ferrenha, representada por MBL e bolsonarista. Esquerda não possui apoio mínimo para aprovar projetos

17/11/2020 09:20
Compartilhar notícia
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Eleicoes 2020 SP Movimentação na Vila Ida eleicoes sao paulo zona eleitoral voto SP votacao

São Paulo – Tanto Bruno Covas (PSDB) quanto Guilherme Boulos (PSol) começarão mandato sem apoio da maioria dos eleitos da Câmara de Vereadores.

Na nova configuração legislativa, o PSDB encolheu. Dos atuais 11 vereadores, o partido terá oito a partir de 2021. Já a direita crítica aos tucanos ganhou espaço. Foram eleitos dois afiliados do Partido Novo, um do PSL, três integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), além de Sonaira Fernandes (Republicanos-SP), que foi apoiada diretamente pelo presidente Jair Bolsonaro.

Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - destaque galeria
13 imagens
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 2
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 3
Eleições Municipais de 2020
Candidatos a prefeito e vereador gastaram R$ 200 milhões com gasolina, hotéis e passagens
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 6
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 1
1 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 2
2 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 3
3 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Eleições Municipais de 2020
4 de 13

Eleições Municipais de 2020

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Candidatos a prefeito e vereador gastaram R$ 200 milhões com gasolina, hotéis e passagens
5 de 13

Candidatos a prefeito e vereador gastaram R$ 200 milhões com gasolina, hotéis e passagens

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 6
6 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 7
7 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Mãe e filha na hora do voto
8 de 13

Mãe e filha na hora do voto

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 9
9 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 10
10 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 11
11 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 12
12 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Covas e Boulos começarão mandato sem apoio da maioria entre vereadores - imagem 13
13 de 13

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Levando em conta os partidos da esquerda, Bruno Covas começaria o mandato com uma base de 34 vereadores. Menos que o necessário para aprovar votações importantes (são necessários 37 votos).

A situação é pior para Guilherme Boulos. O PSol até pode ter sido o partido que mais cresceu nas eleições de São Paulo – de dois vereadores, na próxima gestão terá seis. Entretanto, em conjunto com o PT, só compõe 14 votos favoráveis para uma futura gestão de Boulos.

Com uma bancada desse tamanho, o ativista não teria condições de aprovar nenhum projeto.

É claro que há espaço para negociar. DEM, Podemos, PSD, MDB e PSB estão para jogo, mas Boulos entraria em campo em desvantagem.