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Confusão marca sessão da Alerj que decidiu sobre prisão de Bacellar

Revogação da prisão de Rodrigo Bacellar acirra ânimos no plenário após votação na CCJ

atualizado

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Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) - Metrópoles
1 de 1 Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) - Metrópoles - Foto: Divulgação/Alerj

A sessão do plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que aprovou nesta segunda-feira (8/12) o projeto de resolução para soltar o presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), foi marcada por confusão e bate-boca entre os deputados.

A proposta já havia sido aprovada horas antes pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), por 4 votos a 3. Três parlamentares divergiram: PT e PSB votaram contra a revogação, enquanto Luiz Paulo (PSD) rejeitou a tese apresentada pelo presidente da comissão, Rodrigo Amorim (União), e defendeu a separação da análise entre prisão e afastamento da presidência.

No plenário, a discussão subiu de tom durante o debate sobre o formato da declaração de voto. A orientação inicial era que os deputados apenas registrassem “sim” ou “não”, sem discursos. A esquerda defendeu manter até dois minutos para justificativas, enquanto conservadores pressionaram pela votação imediata, alegando que as falas prolongadas atrasariam o rito.

A maioria foi atingida após votação aberta entre os 70 parlamentares, como determina a Constituição em casos de prisão de deputados estaduais. Para derrubar a prisão, eram necessários 36 votos — número alcançado pelo plenário, que referendou a decisão da CCJ.

Com a aprovação, o projeto seguirá para publicação no Diário Oficial e será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela decisão final sobre a soltura. Bacellar foi preso na última semana por ordem do ministro Alexandre de Moraes.

O presidente da Alerj é investigado por supostamente vazar informações sigilosas para beneficiar o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, também preso. Segundo a Justiça do Rio, TH mantinha relações com o crime organizado, facilitando a compra e venda de drogas, fuzis e armas antidrones para criminosos do Complexo do Alemão.

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