Confusão entre lulistas e bolsonaristas suspende sessão da Câmara

Governistas e deputados da oposição travaram um embate sobre denúncia do ex-presidente Jair Bolsonaro

atualizado

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Deputados bolsonaristas interrompem fala de Lindbergh Farias (PT-RJ), crítica a Bolsonaro, com gritos de "Odebrecht", "Mensaleiro", "Petroleiro" e "Lula ladrão, seu lugar é na prisão"
1 de 1 Deputados bolsonaristas interrompem fala de Lindbergh Farias (PT-RJ), crítica a Bolsonaro, com gritos de "Odebrecht", "Mensaleiro", "Petroleiro" e "Lula ladrão, seu lugar é na prisão" - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES vinicius.foto

Deputados da oposição e da base do governo Lula travaram um embate no Plenário da Câmara dos Deputados, na sessão desta quarta-feira (19/2). A confusão, marcada por gritos e interrupções, ocorreu no momento em que os parlamentares repercutiam a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.

A sessão foi suspensa mais de uma vez diante da confusão entre os parlamentares no momento em que o vice-líder do governo no Congresso, Lindbergh Farias (PT), falava na tribuna. Em diversos momentos, deputados da oposição interromperam a fala dele.

Enquanto os governistas seguravam cartazes com a expressão “sem  anistia”, os deputados da oposição portavam placas em que estava escrito “anistia já”. Veja vídeo:

Às quartas-feiras a presença é obrigatória no Plenário da Câmara dos Deputados. A decisão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) visa renunir os parlamentares em Brasília para discutir as matérias mais polêmicas.

Veja o registro da confusão feito pela transmissão oficial da TV Câmara:

 

Denúncia da PGR

A PGR enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite dessa terça-feira (18/2), denúncia contra Bolsonaro pelos crimes de liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Ainda é imputado ao ex-presidente o crime de dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, considerou que o ex-presidente da República seria o líder de organização criminosa que atuou para planejar golpe de Estado que o manteria no poder mesmo após derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.

 

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