Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Com Michelle Bolsonaro, Weintraub defende educação de surdos e cegos

O encontro discute a formulação de políticas públicas para a formação de professores bilíngues. O evento trata da Nova Política Nacional

22/08/2019 11:51, atualizado 22/08/2019 14:09
André Borges/Esp. Metrópoles
Com Michelle Bolsonaro, Weintraub defende educação de surdos e cegos

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e a primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, participaram da abertura do Seminário de Gestores Estaduais sobre Educação de Surdos, Surdocegos e Deficientes Auditivos nesta quinta-feira (22/08/2019).

O encontro discute a formulação de políticas públicas para a formação de professores bilíngues. O evento técnico trata da Nova Política Nacional de Educação Especial. O documento muda o entendimento de ensino e aprendizagem para estudantes com surdos, cegos e deficientes auditivos.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Representantes de 26 estados e do DF participam da reunião técnica. A intenção é debater os critérios para atualizar a política de educação especial, implementada em 2008.

Em libras, Michelle destacou que o Brasil vive um novo momento para a educação de surdos. “O ensino bilíngue é um processo de legitimação. Aprender a sua língua não significa segregar, mas valorizar as diferenças”, defendeu.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Weintraub ressaltou que o ensino bilíngue traz independência e valorização aos deficientes. “As pessoas têm o direito de fazerem o que quiser e de serem felizes”, ponderou. O ministro reclamou de críticas da imprensa à sua gestão. “Tentam nos denegrir, mas continuamos trabalhando”, finalizou.

No evento, a idealizadora do Hospital da Criança e ex-presidente da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), Ilda Ribeiro Peliz, assumiu a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação do Ministério da Educação (MEC).

No discurso, Ilda comemorou: “A aderência da minha luta e pela minha experiência me fazem ter capacidade para assumir a secretaria. O governo já enxerga as diferenças, promove a equidade, mas precisamos fazer mais. De maneira que ninguém fique de fora”, destacou.