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Enviado especial a São Bernardo do Campo (SP) –  Jornalistas destacados para cobrir a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no ABC Paulista, estão trabalhando sem crachás. Em função das recorrentes ameaças, os profissionais evitam mostrar equipamentos que exponham os veículos que trabalham.

Mesmo assim, muitos são reconhecidos e agredidos. Na manhã deste sábado (7/4), uma equipe da equipe da Rede TV foi atacada por um homem e uma mulher. Os dois militantes desferiram vários chutes no veículo da empresa, causando danos na porta e no para-choque traseiro

Já no interior do prédio que abriga o Sindicato dos Metalúrgicos, onde Lula encontra-se entrincheirado desde quinta (5), um repórter da Rádio CBN também foi agredido. Um fotógrafo da Agência Estadão Conteúdo foi atingido com ovos ao registrar manifestações em frente ao edifício. O agressor vestia uma camiseta da CUT.

Repúdio
Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) repudiou as agressões e hostilidades. A violência contra profissionais da imprensa é inaceitável em qualquer contexto. Impedir jornalistas de exercer seu ofício é atentar contra a democracia. Os autores devem ser identificados e punidos pelas autoridades”, diz a nota.

 

 

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