Com Boulos ministro, como fica a distribuição de partidos na Esplanada

Mesmo com saída de Márcio Macêdo, PT continua sendo líder de filiados à frente dos ministérios do governo

atualizado

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Esplanada dos ministérios: reforma administrativa reorganiza o serviço público
1 de 1 Esplanada dos ministérios: reforma administrativa reorganiza o serviço público - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Com a nomeação do deputado federal Guilherme Boulos (PSol-SP) para a chefia da Secretaria-Geral da Presidência da República, anunciada nessa segunda-feira (20/10), o PSol ganha uma segunda cadeira na Esplanada dos Ministérios.

A saída de Márcio Macêdo (PT-SE) da pasta tirou um posto do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas não alterou a dominância da sigla entre os titulares dos ministérios e chefes dos órgãos que integram a Presidência da República.

Ao todo, o país tem 38 ministros de Estado.

O PT segue sendo o líder de filiados à frente do cargo, com 11 ministros.

Em segundo lugar, estão PSD e MDB, com três ministros cada. Em seguida, aparecem PSol, PSB e PDT, com dois cada; e PCdoB, União Brasil, Progressistas, Rede Sustentabilidade e Republicanos, cada partido com um ministro no governo.

Chefes de 10 pastas do governo não são filiados a nenhum partido.

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Lançamento do Plano Safra 2025/2026 para Agricultura Familiar
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza reunião ministerial nesta terça-feira, no Palácio do Planalto
Lula em reunião ministerial
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza reunião ministerial nesta terça-feira, no Palácio do Planalto
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Trocas na Esplanada

Com a mudança na Secretaria-Geral, o governo Lula acumula 13 trocas desde 2023. Na chamada “cozinha do Planalto” — pastas mais próximas da Presidência –, o único que manteve o posto foi o ministro da Casa Civil, Rui Costa.

O presidente já fez alterações no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ao demitir Gonçalves Dias para a entrada do general Marcos Amaro; na Secretaria de Comunicação, com a demissão de Paulo Pimenta e a chegada de Sidônio Palmeira; e na Secretaria de Relações Institucionais, trocando Alexandre Padilha por Gleisi Hoffmann.

Antes da saída de Macêdo, a última troca de cadeiras na Esplanada ocorreu em maio, com a demissão de Cida Gonçalves do Ministério das Mulheres. No lugar dela, assumiu Márcia Lopes, filiada ao PT.

Das 13 mudanças, sete ocorreram em 2025. As saídas foram motivadas por desempenho, visando melhorar determinadas áreas do governo, ou por crises, como foi o caso da demissão do ministro da Previdência Social Carlos Lupi diante do escândalo dos descontos ilegais no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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