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Brasil

Cid reforça à PF que não participou de reunião sobre "minuta do golpe"

Esse foi o 7º depoimento de Mauro Cid à Polícia Federal (PF). O militar fechou acordo de delação premiada com os investigadores do caso

12/03/2024 12:45
Vinícius Schmidt/Metrópoles
advogado Indiciados Tenente-coronel do Exército Brasileiro, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, fica em silêncio durante sessão da CPMI do 8 de Janeiro

O tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), reforçou em depoimento à Polícia Federal (PF) que não participou da reunião para debater a chamada “minuta do golpe”, com os comandantes das Forças Armadas e o próprio ex-presidente.

O depoimento dessa segunda-feira (11/3), que durou quase nove horas, foi o sétimo do tenente-coronel. Nos três primeiros, Cid não falou. Mas, nos quatro últimos, o militar deu novas informações devido ao acordo de delação premiada firmado com os investigadores.

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Mauro Cid chega à PF nesta segunda-feira (11/3)
Mauro Cid chega à PF nesta segunda-feira (11/3)
Tenente-coronel do Exército, Mauro Cid deixou a prisão após acordo de colaboração premiada com o STF
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Tenente-coronel do Exército, Mauro Cid deixou a prisão após acordo de colaboração premiada com o STF

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Mauro Cid chega à PF nesta segunda-feira (11/3)

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Em outras ocasiões, Cid relatou à PF que havia ocorrido um encontro entre o general da reserva Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército; o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, ex-comandante da Aeronáutica; e o almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha.

Anteriormente, o tenente-coronel tinha afirmado que não esteve presente na reunião e só tomou conhecimento dela após Freire Gomes dizer que Bolsonaro teria pressionado os então comandantes das Forças Armadas a participar na trama golpista.

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